Apesar de derrota, Luiz Carlos Winck não avalia Criciúma de modo negativo

Treinador acredita que penalidade máxima marcada para o Boa Esporte prejudicou desenvolvimento da equipe catarinense e culminou em revés por 2 a 0

Apesar de derrota, Luiz Carlos Winck não avalia Criciúma de modo negativo
Foto: Caio Marcelo/Criciúma

Após nove partidas sem perder, o Criciúma tropeçou diante do Boa Esporte, fora de casa. A partida, válida pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro Série B, acabou com o placar de 2 a 0 para o time da casa. Os atletas da equipe catarinense comentaram a partida na saída de campo.

Difícil explicar, jogamos mal, demos brecha. No primeiro gol acredito que não foi pênalti, aí ficamos em desvantagem, tivemos que correr atrás e acabamos tomando outro, por bobeira nossa”, lamentou Barreto, que ainda falou sobre a nova formação no meio campo: “tentamos entrosar no treino, hoje demos nosso melhor.”

Raphael Silva, que saiu lesionado, lamentou: “Fiquei muito triste com a lesão, queria estar em campo para ajudar. Hoje vimos um pouco daquele Criciúma indigesto, aceitamos o jogo do Boa

O comandante da equipe, Luiz Carlos Winck, também concedeu entrevista. Ele falou sobre a partida e de suas opções na equipe.

A derrota uma hora ou outra ia acontecer, nós iniciamos o jogo melhor que o Boa, mas tivemos uma penalidade contra, que não existiu, que favoreceu o Boa Esporte”, reclamou.

Nós não fizemos um jogo ruim, erramos nos segundo gol, no mais tínhamos jogo pra buscar o empate. Teve uma penalidade a nosso favor que não foi marcada pelo árbitro. Acho que foi um jogo onde o adversário não criou tanto, no final o Edson fez defesas importantes, mas não foi uma partida ruim”, avaliou Winck sobre o desempenho de seu time.

Sobre suas decisões para o meio-campo, o comandante comentou: “No meio campo o Jocinei é titular, o Maranhão nos dois últimos jogos se saiu bem. Houve queda de rendimento do Douglas, mas ninguém tem lugar garantido, tem que buscar. Com o Maranhão tínhamos a opção do chute a meia distância.”

Forçado a mudar o time logo no início, devido a lesão de Raphael Silva, o treinador falou que “Quando há uma mudança que você não espera é ruim, ter que mexer em duas posições, para trazer o Giaretta e por o Márcio Goiano na lateral, atrapalhou.

Quando perguntado se achava que a atuação contra o Boa Esporte havia sido a pior do Criciúma sob seu comando, Winck respondeu: “Em alguns momentos sim, em outros tivemos controle do jogo, criamos situações. Houve um desgaste da equipe, em um momento iriamos perder e foi hoje.”

 Sobre as críticas feitas ao jogador Douglas, o técnico esclareceu: “Conversei com ele, que apesar da queda, não deixa de ter valor no time. Ele é um bom jogador,  nos ajudou em vários jogos, mas existem mudanças, o campeonato é longo. Optei pela troca porque o Maranhão nos dois últimos jogos ajudou bastante.”

Luiz Carlos Winck ainda falou sobre a série de lesões que afeta a equipe e de possíveis reforços: “Temos algumas carências ainda, mas vamos aguardar. O importante é tentar, o mais rápido possível, os atletas lesionados, para termos todos inteiros para o próximo jogo.


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