Thiago Neves categoriza ano como o melhor da carreira: "Joguei bem e fiz gols importantes"

Meia do Cruzeiro define o ano de 2017 como destaque ao longo de sua trajetória como jogador

Thiago Neves categoriza ano como o melhor da carreira: "Joguei bem e fiz gols importantes"
Foto: Pedro Vilela/Getty Images

O ano de 2017 foi o melhor da carreira de Thiago Neves. Bem, pelo menos é isso que o meia pensa. O camisa 30 marcou 15 gols e deu 14 assistências pelo Cruzeiro, o que está próximo da meta estipulada no início da temporada: 20 bolas na rede e 15 passes para gols. Para o ano seguinte, o meia segue com o mesmo objetivo.

Em entrevista coletiva nesta terça-feira (14), o jogador foi sincero e considerou a temporada atual como a principal desde que se profissionalizou. "Foi o melhor [ano]. Por tudo que fiz no começo de ano, por ter jogado bem e feito gols importantes. Fui bem recebido aqui em BH desde o primeiro dia. Isso nos deixa mais tranquilo", afirmou o meia.

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Thiago Neves também comentou a situação de Diogo Barbosa, alvo de proposta de € 4,5 milhões do Palmeiras. O camisa 30 aconselhou o lateral-esquerdo a permanecer na Toca da Raposa e fazer parte do projeto que visa à conquista da Libertadores de 2018.

“Eu acho difícil o jogador ficar fora [das negociações]. Querendo ou não, o empresário comenta, conversa e coloca sua opinião. Na minha opinião, eu não iria [para o Palmeiras], não sairia do Cruzeiro – a não ser se fosse uma coisa muito absurda, na qual o Cruzeiro não tivesse condições de comprar os direitos econômicos. Mas o conselho que daria a ele é ver bem o clube que ele está, a história do Cruzeiro, os jogadores e a amizade que a gente tem com ele aqui. O ano que vem é um ano de Libertadores, um ano importante para a gente”, disse.

Thiago citou um episódio da própria carreira ao falar sobre Diogo Barbosa. Ele lembrou quando foi negociado pelo Fluminense para o Hamburgo da Alemanha, em agosto de 2008. O jogador, que tinha a opção de se transferir para o Atlético de Madrid, não conseguiu render de maneira satisfatória no futebol alemão e acabou disputando apenas nove partidas.

“Às vezes tem que dar um passinho para trás e esperar um pouquinho mais para não tomar uma atitude errada. Eu já fiz isso na minha carreira e me arrependi, quando saí do Fluminense e fui para o Hamburgo. Então às vezes é melhor você esperar, pois coisas boas virão por aí”, completou.