Figueirense e Oeste não saem do zero em jogo de pouca criação

Jogo preso no meio de campo complica setores ofensivos das equipes; goleiros praticamente não trabalharam

Figueirense e Oeste não saem do zero em jogo de pouca criação
Foto: (Luiz Henrique / Flickr / Figueirense F.C)
Figueirense
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Oeste
Figueirense: SAULO; DUDU VIEIRA, FERREIRA, MARQUINHOS E JULINHO; MATHEUS PEREIRA, PATRICK (RENAN MOTA) E ROBINHO; MARCUS ÍNDIO (LUIDY); WALTERSON (ZÉ ANTÔNIO) E HENAN. TÉCNICO: MARCELO CABO
Oeste: RODOLFO; WILLIAN CORDEIRO, JOILSON, LEANDRO AMARO E VELICKA; LIDIO, BETINHO E MAZINHO; WILSON MATIAS (JHEIMY), DANIELZINHO (HENRIQUE) E GABRIEL VASCONCELOS (KAUÊ). TÉCNICO: ROBERTO CAVALO
ÁRBITRO: Renan Roberto de Souza, auxiliado por Luis Filipe Gonçalves Corrêa e Márcio Freire Lopes
INCIDENCIAS: Jogo válido pela 15ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro 2017, sendo disputado no estádio Orlando Scarpelli, em Santa Catarina; Público: 2.679, para uma renda de R$ 54.989,00

Figueirense e Oeste não saíram do zero na noite desta terça-feira em Santa Catarina. A partida, disputada no estádio Orlando Scarpelli, era válida pela 15ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Sem inspiração e com muitas faltas, o jogo ficou preso no meio de campo e os goleiros quase não tiveram trabalho. Equipes voltaram melhor para a segunda etapa, mas não conseguiram furar o bloqueio do adversário.

Com o empate, o Figueirense permanece na zona de rebaixamento da Série B do Campeonato Brasileiro. O time de Santa Catarina soma 16 pontos na 17ª colocação. O Oeste, que perdeu duas posições nessa rodada, soma 20 pontos na 13ª colocação. Na próxima rodada o Figueira encara o América-MG fora de casa, na sexta-feira (21), às 19h15. Já o Oeste recebe o Juventude na Arena Barueri, no sábado (22), às 19h.

Primeiro tempo de jogo preso no meio de campo

Ambos os treinadores escalaram suas equipes em um sistema de três atacantes, mas mesmo assim as duas equipes pouco ameaçaram as metas dos goleiros. A marcação das equipes impedia que o adversário chegasse com perigo. Coube ao time da casa sair para o jogo. As principais chances da primeira etapa foram do time da casa. Os visitantes não chegaram com perigo.

Os passes errados da equipe do Figueirense irritaram a torcida, que começou a pegar no pé dos jogadores logo a 10 minutos de jogo. A primeira boa jogada da partida saiu aos 16 minutos, quando Marcus Índio recebeu passe com liberdade e arriscou de muito longe. A bola ficou tranquila para o goleiro Rodolfo, que estava atento ao lance.

A única chagada do time do Oeste foi aos 33 minutos, quando Lídio tentou a finalização de fora da área. A bola desviou e sobrou com Gabriel, mas o assistente marcou impedimento. A melhor chance do primeiro tempo saiu apenas aos 44 minutos. Robinho foi avançando e conseguiu entrar na grande área para finalizar. Rodolfo, mais uma vez, evitou o gol do Figueirense.

Segundo tempo com mais oportunidades, mas sem gols

Tentando ajustar o meio de campo da sua equipe para a segunda etapa, Marcelo Cabo realizou duas substituições no intervalo, colocando sua equipe em um 4-4-2. Porém, a primeira chance da segunda etapa foi da equipe do Oeste. Willian Cordeiro, pelo lado direito, arriscou o chute de longe, a bola desviou antes de o goleiro fazer a defesa com tranquilidade. O jogo voltou a ficar preso no meio de campo e muitas faltas foram marcadas.

Aos 23 minutos Luidy, sem marcação, conseguiu cruzar para a área buscando Henan, mas a bola saiu fraca e Rodolfo conseguiu fazer a defesa. Após cobrança de lateral aos 29 minutos a bola sobrou com Luidy, que girou e finalizou. Mais uma vez o goleiro Rodolfo conseguiu fazer a defesa.

A melhor chance da partida foi do Oeste. Aos 38 minutos da segunda etapa Mazihno lançou Jheimy na grande área e o atacante finalizou com perigo, a bola passou muito perto da trave. O jogador reclamou de penalidade na jogada. Insatisfeita com a situação do clube, a torcida do Figueira vaiou o time após o apito final.