Substituto na vaga de Gallo, Givanildo Oliveira é apresentado no Náutico

"Rei do Acesso", como é conhecido pernambucano no meio do futebol, acertou com alvirrubros para restante da Série B

Substituto na vaga de Gallo, Givanildo Oliveira é apresentado no Náutico
Divulgação / Clube Náutico Capibaribe

Givanildo Oliveira está de volta ao futebol pernambucano, desta vez para comandar o Náutico pelo restante da Série B 2016. O pernambucano foi o escolhido pela diretoria alvirrubra para substituir Gallo, demitido após o péssimo ínicio de segundo turno da competição. Ele fica no clube da Rosa e Silva até o final deste ano. 

"Um treinador com bastante experiência, está acostumado a conseguir acessos,que conquistou um Estadual recente (o Mineiro deste ano, com o América-MG). Um cara que o clamor era por ele. O Náutico precisava de uma força positiva, e com certeza Givanildo vai nos dar isso." Frisou o diretor de futebol Marcílio Sales.

Esta será a quarta passagem de Givanildo José Oliveira, de 68 anos, pelo Timbu. A última foi em 2003. O técnico tem 95 jogos no comando do time alvirrubro. O último time do treinador foi o América-MG, em que conseguiu o acesso para a Série A no ano passado e foi campeão mineiro este ano.

O técnico é considerado o Rei dos Acessos, Givanildo soma seis subidas de divisões no currículo. Na carreira, conquistou seis acessos à Série A. Dois deles, inclusive, foram por times pernambucanos, o Sport, em 2005, e o Santa Cruz, em 2006. A última vez em que conseguiu o feito foi no ano passado, comandando o América-MG. Pelo Coelho, ele também foi campeão mineiro deste ano, mas acabou demitido após mau início no Brasileiro.

A missão que o treinador tem, no Timbu, não é das mais fáceis. Ele receberá uma equipe que ocupa a oitava posição da Série B, com 31 pontos em 23 jogos. O quarto colocado, CRB, tem sete pontos a mais, 38.

"Na Série B, não se pode nunca desistir. Principalmente pela distância e quantidade de jogos. Ainda temos 15 partidas, é uma porção de jogos. E Se eu achasse que o Náutico não tinha condições, eu não vinha. Porque não iria assumir uma coisa em que eu não estava acreditando", disse Giva.