Como falar de Palmeiras e não falar de amor?

Como falar de Palmeiras e não falar de amor?
Símbolo de comemoração dos 102 anos do Palmeiras (Foto: Divulgação/Palmeiras)

Não tem como falar de Palmeiras e não falar de família. Desse amor que é passado de geração em geração, de seus avós para seus pais até chegar em você. De um amor que nasce correndo em suas veias. Dessa família Palmeiras que hoje já soma mais de 600 mil apaixonados.

Não tem como falar de Palmeiras sem falar de amor. Amor puro e genuíno que faz você gritar, sorrir, chorar.

Não tem como falar de Palmeiras e não falar das alegrias em cada gol, cada vitória, cada título, nem esquecer das tristezas, dos momentos difíceis. Muito menos esquecer da esperança que move cada palestrino a dar a volta por cima, de arrancar heroicamente para a vitória e deixar as coisas ruins para trás (algo que fizemos tanto e que é a base da nossa força hoje). 

Não tem como falar de Palmeiras sem ouvir alguma contestação. Eles contestam nossos brasileiros, nosso mundial e vejam só agora, até a nossa casa! Não tem como falar de Palmeiras e não lembrar da inveja. O que é grande incomoda o pequeno, que  por isso precisa contestar pela dor que sente por não ser gigante. De não ser o maior campeão brasileiro, o primeiro campeão mundial, o dono de uma das casas mais belas de todo o mundo. 

Não dá para falar de Palmeiras sem falar da influência que ele exerce em nossas vidas. Na hora de colocar em seu filho o nome do Santo que tantos milagres fez embaixo das traves do Palestra Itália e pelo mundo que ele venceu.

Participar do ritual simbólico em comemoração a sua graduação não é mais importante que acompanhar aquele primeiro jogo contra aquele time da Série D  do Brasileirão pela primeira fase da Copa do Brasil. "É sua formatura", eles disseram. "É o Palmeiras", você respondeu. É ter escolhido uma profissão pela qual você se apaixonou enquanto ouvia os jogos pelo rádio de pilha enquanto imaginava quando seria você ali, na beira do campo, cobrindo aquele jogo decisivo.

A verdade é que somos milhões de torcedores, milhões de histórias movidas por um amor. Pelo amor verde e branco. E há 102 anos ninguém nunca se arrependeu disso.