Especial Olimpíadas: Futebol Masculino do Brasil

Na busca do ouro inédito, geração brasileira chega com favoritismo e apoio da torcida para subir ao topo do pódio

Especial Olimpíadas: Futebol Masculino do Brasil

Finalmente o pontapé dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016 será dado. E como costume, o futebol inicia o ciclo tendo a Seleção Brasileira Masculina como grande favorita e carregando neste ano a principal esperança para quebrar a escrita de nunca ter colocado uma medalha de ouro no peito. A mais vitoriosa equipe do mundo ainda deve essa conquista ao seu povo. 

E para essa edição, as esperanças estão redobradas. Comandada por Neymar, a geração se mostra madura, técnica e com boas opções. Uma preparação foi bem feita sob o comando de Rogério Micale e meninos como Gabriel Jesus e Gabriel podem, enfim, trazerem o ouro. A força da torcida e a experiência de alguns jogadores também jogam a favor. 

O craque

Um dos maiores astros do futebol mundial carrega o peso de ser capitão e líder técnico da molecada brasileira. Mesmo tendo apenas 24 anos, o craque do Barcelona tem vasta experiência no mundo do futebol e chegada na sua segunda olimpíada novamente como o maior jogador. Tendo ao seu lado jogadores leves, rápidos e habilidosos, tem tudo pra brilhar. 

O professor

Rogério Micale foi o incumbido de preparar essa seleção. Após a saída de Alexandre Gallo, ele entrou e começou a dar sua cara na equipe, jogando de um jeito mais leve, rápido e moderno. Viveu momentos de expectativas, já que Dunga, ex-treinador do time principal, seria o eleito pra comandar a equipe no Rio-16 e depois da sua demissão ficou esse empasse. 

Tite entrou na vaga de Dunga e logo fez uma exigência: Rogério deveria ser o técnico da Seleção Olímpica e, assim, deu estabilidade e moral. Sua forma de comando tem encantado a todos e é um bom nome para o futuro das equipes. 

Nem mesmo quando a convocação estava feita, sua vida facilitou. Fernando Prass, experiente goleiro do Palmeiras, voltou a se machucar e foi cortado. Weverton entrou no lugar e somente na véspera da estreia que Micale pode respirar. 

O debute será na quinta-feira, ante a África do Sul. Dinamarca e Iraque fecham a chave que parece ser tranquila. O Brasil chega forte e, dessa vez, o brilho dourado pode reluzir na camisa pentacampeã.