Yasmin comemora gols pela Seleção Brasileira e bom início no Mundial Feminino Sub20

Lateral comentou sobre seus primeiros gols com a camisa verde e amarela e a estreia na Copa do Mundo

Yasmin comemora gols pela Seleção Brasileira e bom início no Mundial Feminino Sub20
(Foto: Getty Images/Fifa)

A Seleção Brasileira feminina começou com pé direito a Copa do Mundo de Futebol Feminino Sub20, disputada na Papua-Nova Guiné. Diante das donas da casa na madrugada deste domingo (13), as meninas do Brasil golearam e fizeram 9 a 0, estreando bem no Mundial. Um dos destaques da partida foi Yasmin, que marcou dois gols.

Os primeiros dois gols de Yasmin com a camisa verde e amarela foram com estilo. Na primeira chance, aos 43 minutos do primeiro tempo, a jogadora bateu uma falta colocada e impressionante, deixando o placar em 5 a 0 para o Brasil. "Sempre gostei de bater falta, mas não basta só gostar, você tem que treinar. Eu treino no meu clube e treino na Seleção, para quando tiver a oportunidade não deixar passar", afirmou a lateral, que sempre fazia treinamento de faltas com Gabi Nunes.

Yasmin é uma das jogadoras convocadas por Doriva que atuam no Brasil, algo frequente na equipe Feminina Sub20. A lateral-esquerda está atualmente no São José e era treinada por Emily Lima, atual comandante da Seleção principal. A jogadora, versátil e acostumada a se movimentar pelo campo, mostrou-se muito importante para seu time nessa competição.

No oitavo gol brasileiro, Bruna Calderan estava em campo e deu à Yasmim a liberdade de atuar de meia-esquerda. "No meu clube (São José), eu já fiz alguns jogos como meia e gosto dessa posição. Aqui na Seleção, a comissão foi me testando, como a Calderan tem facilidade de jogar pelas duas laterais, fiquei com essa liberdade. Acho que é importante para eles terem peças versáteis no grupo", comentou Yasmin.

Agora é hora de olhar para a frente e analisar o próximo grande desafio. "Tivemos um placar largo contra a Papua, estamos felizes porque conseguimos fazer o nosso jogo, mas já temos que virar a página e pensar na Coreia do Norte, que tem características diferentes, coloca a bola no chão, por exemplo. Os espaços que a gente teve no primeiro jogo vão menores", completou a jogadora.