Análise: Vasco conta com boa atuação do setor esquerdo e não sente ausência de Nenê

Henrique e Evander foram os principais nome do time na primeira etapa, período em que o Vasco chegou a demonstrar lapsos de bom futebol

Análise: Vasco conta com boa atuação do setor esquerdo e não sente ausência de Nenê
Foto: Paulo Fernandes/Vasco

Buscando reabilitação, o Vasco entrou em campo contra o Nova Iguaçu precisando mostrar diferença no futebol apresentado na partida de estreia frente ao Bangu. Sem Nenê, Zé Ricardo achou na boa partida de Henrique e nos lampejos da dupla Wagner e Evander a solução dos seus problemas.

Vasco utiliza lado esquerdo como válvula de escape

De modo a descentralizar o jogo o Vasco repetiu a fórmula que foi utilizada na derrota contra o Bangu, a diferença, desta vez, se deu pela boa partida feita pelos jogadores que fizerem esse lado esquerdo, em especial Henrique, e pelo péssimo posicionamento defensivo da zaga do Nova Iguaçu.

Defensivamente fraco, Henrique tem como uma das principais características o apoio ofensivo. Neste domingo, o lateral foi ao fundo em diversas oportunidades e se destacou em duas delas. A primeira? Um cruzamento certeiro na cabeça do meia Evander que entrou na área e subiu para testar para o fundo das redes. 

Já a segunda oportunidade aconteceu poucos minutos após o primeiro gol, em uma jogada de ultrapassagem que culminou no cruzamento rasteiro para Andrés Rios - finalmente - balançar as redes e ampliar o marcador. Henrique, ofensivamente, foi o destaque da partida.

Sem Nenê, meio-campo vascaíno apresenta mais criatividade na primeira etapa

Expulso na última partida, Nenê foi a principal ausência do cruzmaltino para a partida. No entanto, com a entrada de Evander na sua posição, pouco se sentiu falta do camisa 10 - que não vive grande momento com a camisa vascaína. O jovem meia levou ao Gigante da Colina mais ofensividade e criatividade na primeira etapa.

Assim como Evander, Wagner também teve seus lapsos de bom futebol na primeira etapa, mas foi crucial mesmo na bola parada. O meia colocou a bola na cabeça de Andrey no gol que sacramentou a vitória cruzmaltina já no final do segundo tempo.