Julio Campos é destaque na etapa do Velopark da Stock Car
(Foto: Rodrigo Guimarães/MF2)

Julio Campos é destaque na etapa do Velopark da Stock Car

Piloto da Prati-Donaduzzi faz dois pódios e sobe de 9º para 4º no campeonato

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Fernando Rhenius

Pode um terceiro lugar ser tão importante quanto uma vitória? Pode, se o piloto repetir o resultado na segunda bateria, marcar o maior número de pontos da etapa e ganhar cinco posições na classificação do campeonato. Foi o que fez o paranaense Julio Campos na rodada dupla da terceira rodada da Stock Car, disputada neste domingo com sol abrasador no circuito gaúcho do Velopark, na região metropolitana de Porto Alegre. Com dois terceiros lugares, repetindo o feito inédito de 2015 na mesma pista, o piloto da Equipe Prati-Donaduzzi somou 36 pontos e subiu para 4º na luta entre os pilotos.

Foi um final de semana para mais do que confirmar o crescimento da equipe dirigida pelo diretor-técnico Rodolpho Mattheis. Campos saiu em 6º na corrida 1 e em 8º na segunda, obedecendo ao sistema de grid invertido. Em ambas, além das ultrapassagens arrojadas, contou com a ótima estratégia e o excelente trabalho do time nas paradas para reabastecimento e troca de pneus. Com o macacão ensopado de suor e o rosto avermelhado, Campos admitiu que o domingo vai ficar gravado em sua memória. “Foram as corridas mais duras que já disputei. A temperatura estava muito alta e fui pressionado até o final. Na primeira, o Felipe Fraga tinha até mais ritmo do que eu, mas na segunda eu sabia que poderia segurar o Átila Abreu. De qualquer forma, é sempre mais desgastante quando você tem alguém o tempo todo lutando com você. Principalmente aqui, que é a pista que mais exige do físico de todo o calendário por ser a mais travada”, afirmou.

Campos disse que o final de semana não foi perfeito porque faltou a pole e uma vitória. “Tínhamos um excelente ritmo com o carro na pista seca, mas a classificação acabou sendo com chuva”, lembrou. Na sexta-feira, ele estabeleceu a melhor volta das duas sessões de treinos livres. Mas concordou que a Prati-Donaduzzi está voltando mesmo ao protagonismo. “Para brigar pelo título, tenho que fazer sempre em torno de 28 pontos por etapa. É o caso do Daniel Serra, que está sempre no pódio”, continuou.

A mesma sorte não acompanhou Antonio Pizzonia. O companheiro de Julio Campos sofreu um problema técnico no treino de classificação – o motor entrou em modo de segurança e ele não conseguiu abrir nenhuma volta – que o deixou nas últimas posições. Preferiu sair dos boxes na primeira bateria, contando com os tradicionais acidentes da curva inicial para ganhar posições, mas eles não aconteceram. Sem conseguir evoluir na corrida, preferiu levar o carro aos boxes para economizar pneus e combustível para o complemento da programação. Mas novamente a estratégia não deu os resultados esperados e ele optou por abandonar, depois de relatar uma pane com o radiocomunicador.

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