Toyota deve ficar “meio segundo” mais rápida do que equipes privadas para Le Mans
(Foto: Divulgação)

Toyota deve ficar “meio segundo” mais rápida do que equipes privadas para Le Mans

Alteração na potência dos protótipos privados, abre caminho para vitória fácil da Toyota em Sarthe

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Fernando Rhenius

As equipes privadas da classe LMP1 do Mundial de Endurance estarão mais lentas, durante os testes oficiais para as 24 Horas de Le Mans no dia 3 de junho. A informação foi divulgada pelo site Autosport.com nesta terça-feira, 22.

Os times sem sistemas híbridos terão um fluxo de combustível reduzido de 110 kg/h para 108 kg/h , se comparado com os números da abertura do WEC na Bélgica. Para o Toyota TS050, a taxa permanece nos 80 kg/h.

A mudança reflete o fato de que as regras do fluxo de combustível, introduzidas em 2014, proporcionam aos protótipos híbridos, mais poder de recuperação e energia por quilômetro, nos circuitos mistos, do que em Le Mans.

Tanto a FIA quanto a ACO, tentam equiparar o desempenho dos dois sistemas híbridos como as equipes privadas. A ideia é dar para a Toyota uma vantagem de meio segundo para Sarthe. A quantidade de combustível que cada equipe pode “queimar” por volta, ainda não foi divulgada pela direção do WEC.

O objetivo é que cada protótipo de pelo menos 17 voltas, entre um reabastecimento e outro. O boletim deixa claro que o EoT pode ser alterado entre o teste oficial e a corrida.

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