Toyota deve ficar “meio segundo” mais rápida do que equipes privadas para Le Mans

Alteração na potência dos protótipos privados, abre caminho para vitória fácil da Toyota em Sarthe

Toyota deve ficar “meio segundo” mais rápida do que equipes privadas para Le Mans
(Foto: Divulgação)

As equipes privadas da classe LMP1 do Mundial de Endurance estarão mais lentas, durante os testes oficiais para as 24 Horas de Le Mans no dia 3 de junho. A informação foi divulgada pelo site Autosport.com nesta terça-feira, 22.

Os times sem sistemas híbridos terão um fluxo de combustível reduzido de 110 kg/h para 108 kg/h , se comparado com os números da abertura do WEC na Bélgica. Para o Toyota TS050, a taxa permanece nos 80 kg/h.

A mudança reflete o fato de que as regras do fluxo de combustível, introduzidas em 2014, proporcionam aos protótipos híbridos, mais poder de recuperação e energia por quilômetro, nos circuitos mistos, do que em Le Mans.

Tanto a FIA quanto a ACO, tentam equiparar o desempenho dos dois sistemas híbridos como as equipes privadas. A ideia é dar para a Toyota uma vantagem de meio segundo para Sarthe. A quantidade de combustível que cada equipe pode “queimar” por volta, ainda não foi divulgada pela direção do WEC.

O objetivo é que cada protótipo de pelo menos 17 voltas, entre um reabastecimento e outro. O boletim deixa claro que o EoT pode ser alterado entre o teste oficial e a corrida.