McLaren se retira do GP da Austrália após funcionário contrair coronavírus
Piloto Carlos Sainz, da McLaren (Foto: Reprodução/McLaren)

Nesta quinta-feira (12), a McLaren anunciou sua desistência do GP da Austrália de Fórmula 1, que está agendado para acontecer entre os dias 13 e 15 de março, neste próximo final de semana. A equipe inglesa era cercada de apreensão desde que alguns funcionários foram diagnosticados com suspeita de ter adquirido o Covid-19. Após o isolamento dessas pessoas em Melbourne, o resultado foi divulgado: positivo para novo coronavírus.

Em comunicado oficial, a equipe diz que a decisão foi tomada na noite de quarta-feira (11), logo depois de ter ciência do positivo de um de seus funcionários, que não teve seu nome e sua função exposta.

Dessa forma, a incerteza sobre a realização do primeiro GP da temporada 2020 toma conta da principal categoria automobilística.

Segue a nota oficial da McLaren:

"A McLaren Racing confirmou esta noite, em Melbourne, que se retira do Grande Prêmio da Austrália de Fórmula 1 em 2020 após o teste positivo de um membro da equipe para o Coronavírus. O membro da equipe foi testado e auto-isolado assim que começou a mostrar sintomas e agora será tratado pelas autoridades locais de saúde.

A equipe se preparou para essa eventualidade e possui suporte contínuo para o funcionário, que agora entrará em um período de quarentena. A equipe está cooperando com as autoridades locais relevantes para auxiliar suas investigações e análises.

Zak Brown, CEO da McLaren Racing, e Andreas Seidl, diretor da equipe da McLaren F1, informaram a Fórmula 1 e a FIA da decisão nesta noite. A decisão foi tomada com base no dever de cuidar não apenas dos funcionários e parceiros da McLaren F1, mas também dos concorrentes da equipe, fãs da Fórmula 1 e partes interessadas mais amplas da F1."

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