Além do hepta, Lewis Hamilton deixa seu legado na luta contra preconceitos
Foto: Divulgação / Mercedes

Depois de superar Michael Schumacher para ter o maior número de vitórias na Fórmula 1, Lewis Hamilton, no auge de seus 35 anos, igualou outra marca da lenda alemã ao conquistar seu sétimo título. Mesmo tendo largado na sexto posição, o britânico da Mercedes conseguiu a vitória no GP da Turquia deste domingo (15), garantindo o troféu temporada 2020. Com o hepta, ele está cada vez mais próximo de se tornar o piloto mais vitorioso na história da principal categoria do automobilismo mundial.

Em 2020, Hamilton se tornou símbolo da luta contra o racismo dentro e fora das pistas, inspirando iniciativas e futuras gerações no esporte. Justamente por isso, sua equipe, a Mercedes, trocou a cor dos carros de prata para preto.

Tal assunto é muito importante no mundo inteiro, em qualquer esfera da sociedade. E na Fórmula 1, é ainda mais relevante falar do tema, pois a categoria é dominada por profissionais brancos. Para ser ter noção, o primeiro preto no esporte foi Willys T. Ribs, somente em 1985. Agora, o preto Lewis Hamilton já pode ser considerado no mesmo patamar que Michael Schumacher. Mas cabe a reflexão: após aposentadoria do britânico heptacampeão, será que outro piloto preto parece no grid?

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