Felipe Fraga e Thiago Camilo vencem pela Stock Car em Curitiba

Rodada dupla realizada na capital paranaense viu o piloto da Cimed Racing abrir mais distância na ponta; na segunda bateria, competidor da Ipiranga-RCM saiu dos boxes para superar Barrichello a uma volta do final

Felipe Fraga e Thiago Camilo vencem pela Stock Car em Curitiba
(Duda Bairros/VICAR)

A Stock Car retornou em grande estilo a Curitiba. A nona rodada dupla da temporada, disputada na quente tarde deste domingo (16), teve como vencedor da 450ª corrida da história da principal categoria do automobilismo brasileiro o jovem Felipe Fraga, que aumentou ainda mais sua margem de segurança na liderança do campeonato; na segunda bateria, um improvável Thiago Camilo surgiu do fim do grid, largando dos boxes, para surpreender os adversários e aparecer em primeiro na volta final.

"Pole position e vitória de ponta a ponta. Foi uma prova dura, mas estou feliz por vencer a terceira consecutiva, e muito agradecido à minha equipe por me dar um carro tão bom para vencer essa sequência", falou Fraga, que aumenta para 44 pontos a sua vantagem no campeonato sobre o vice-líder Rubens Barrichello.

"Realmente estou muito feliz e ao mesmo tempo com o coração partido por ter anunciado uma outra equipe e deixando essa que sempre me acolheu como um membro da família desde a minha primeira participação. Eu tinha como objetivo dar uma vitória para eles até o final do ano", desabafou Thiago Camilo, que venceu pela primeira vez na temporada.

Sob um calor de 31 graus no primeiro dia sob a vigência do horário brasileiro de verão, a Stock Car deu a largada para sua nona etapa e o pole position Felipe Fraga manteve a liderança, seguido sempre de perto por Ricardo Maurício. A distância entre os dois pilotos não passou de um segundo e meio durante todas as 34 voltas da prova, embora no final o piloto da Eurofarma-RC tenha tentado investir sobre o adversário para tomar a ponta da corrida.

Não foi suficiente, e Fraga pôde comemorar sua quarta vitória na temporada e a terceira consecutiva - ele venceu a Corrida do Milhão em Interlagos, a primeira bateria em Londrina e também a primeira na capital paranaense. "A corrida foi bem difícil, porque o pneu começou a desgastar bastante no final. Eu e o Ricardinho tínhamos o mesmo ritmo, só no começo depois da disputa eu consegui abrir um pouco, mas de qualquer forma foi um final de semana perfeito", afirmou o tocantinense de 21 anos e que hoje reside em Curitiba.

Ricardo Maurício tinha ritmo bem parecido com o de Fraga, e foi simplório quando questionado sobre o que faltou para concluir uma eventual vitória. "Faltou talvez largar da pole. Eu estava abusando o máximo que podia, mas também com alguma dose de cautela para poder levar estes pontos para casa. O Fraga vem fazendo um ano brilhante", resumiu.

Allam Khodair apareceu em um excelente terceiro lugar, seguido de Daniel Serra, Valdeno Brito, Júlio Campos, Lucas Foresti, Cacá Bueno, Tuka Rocha e Raphael Abbate fechando os dez primeiros que largaram em ordem invertida para a segunda bateria, mais curta e com 23 voltas de duração.

Como favorito para a disputa final do dia aparecia Rubens Barrichello, o primeiro entre os pilotos que fizeram a parada de abastecimento durante a primeira corrida. O vice-líder do campeonato fechou em 11º e todos os outros à sua frente teriam de parar nos boxes.

Assim aconteceu, e ainda na primeira volta. Abbate largou na frente, mas acabou atingido pelo carro de Julio Campos na freada para a primeira curva. Como resultado, os dois acabaram fora da disputa. No final do primeiro giro, o pelotão da frente foi aos boxes para realizar o abastecimento, e Barrichello assumiu a liderança.

O campeão de 2014 chegou a alimentar mais de sete segundos na frente. Atrás dele se revezavam Vitor Genz e Átila Abreu, um resultado que repetiria exatamente os mesmos integrantes do pódio da segunda corrida de Londrina, há três semanas.

Thiago Camilo, no entanto, vinha surgindo. E rápido. O piloto da Ipiranga-RCM largou dos boxes depois de sofrer problemas de superaquecimento na bateria inicial. Aproveitou para trocar os dois pneus traseiros, priorizando a tração de seu carro nas saídas de curva. Saiu dos boxes e foi à caça, virando cerca de um segundo mais rápido que os pilotos da frente.

A seis voltas do final, logo que Camilo superou Vitor Genz pelo segundo lugar, o safety car teve de intervir depois que Felipe Lapenna bateu na barreira de proteção e Átila Abreu também passava lento pela reta principal com um pneu furado. 

Com sua margem superior a cinco segundos aniquilada pelo reagrupamento, restava a Rubens Barrichello tentar se defender. Para Thiago Camilo, a oportunidade de ouro para conquistar sua primeira vitória no ano.

Durante a penúltima volta, depois de uma tentativa na primeira curva, Camilo economizou seu último acionamento do botão de ultrapassagem para surpreender Barrichello e usá-lo na reta oposta, concluindo uma belíssima ultrapassagem por fora na entrada do miolo do circuito, na curva 3.

Assim, o piloto do carro 21 cruzou a bandeirada vencendo pela 21ª vez, depois de recuperar 21 posições na disputa. "Que coincidência, não é?", surpreendeu-se. "Graças a Deus ela veio aqui, e essa conquista de hoje retrata muito da nossa trajetória: problema na primeira bateria, largar do box na segunda em último, conquistar posições na pista para vencer no final. A gente sempre mostrou uma relação de garra, determinação, força de vontade - foi assim em 2015 na Corrida do Milhão, quando antes eu sofri aquele acidente aqui em Curitiba, foi assim em outras corridas como Salvador em 2014", lembrou.

"Eu sabia que tinha de surpreender o Rubens de alguma maneira, porque faltavam quatro voltas na relargada e eu só tinha dois acionamentos do botão de ultrapassagem. Eu sabia que, pela experiência dele, eu teria de pegá-lo de surpresa. Então tentei onde ele não esperava, na reta oposta, que é um lugar onde a gente não costuma usar o push, e acabou dando certo - eu queria também lembrar a lealdade do Rubens, que sempre disputa de forma dura mas limpa, e consegui posicionar meu carro por fora. Não é com todo piloto que a gente consegue fazer isso, não é todo piloto que age dessa maneira. Ele soube respeitar. Se eu não passasse ali, não passava mais", explicou Thiago.

Barrichello sabia que a intervenção do carro de segurança prejudicaria muito suas chances de vitória. "É assim mesmo: quando tem safety car, às vezes pode ajudar muito como também pode prejudicar um pouco. Não tinha muito o que fazer. Na relargada ainda me defendi da forma mais leal que eu podia. Lutei o que eu pude no final com a aderência dos meus pneus, e eu sabia que ele tinha trocado. De qualquer maneira, eu tenho de ficar é satisfeito. Não tínhamos o ritmo do Fraga, então jogamos com a estratégia", resumiu.

Assim, a nona etapa se encerra com Felipe Fraga somando 227 pontos na liderança do campeonato, 44 a mais que Rubens Barrichello, que soma 183; Valdeno Brito, quinto colocado na primeira prova, soma 167, contra 148 de Max Wilson, terceiro colocado na segunda bateria deste domingo. Daniel Serra com 140 aparece em quinto, dois pontos à frente de seu companheiro de equipe Cacá Bueno. Marcos Gomes, que não pontuou neste final de semana, acumula 138 na sétima posição, empatado com Allam Khodair e dois pontos à frente de Ricardo Maurício (135) e Vitor Genz (130).

A Stock Car volta a se reunir no final de semana do dia 6 de novembro para a décima e antepenúltima etapa da temporada, retornando a Goiânia para mais uma rodada dupla.

Raphael Abbate conquista mais um Top-10 na corrida principal

(Vanderley Soares)
(Vanderley Soares)

O paulista Felipe Lapenna, que estava feliz com sua décima posição no grid, acabou tendo problemas e não pontuou nas duas provas. Já o companheiro Raphael Abbate que partiu de 26º na corrida principal, chegou em décimo, largou na pole no grid invertido e só não pode voltar a brigar por pontos por ter levado um toque na largada.

O tocantinense Felipe Fraga foi o vencedor da primeira bateria e ampliou ainda mais sua vantagem na liderança da temporada. Thiago Camilo ficou com a vitória na corrida 2.

Abbate comemorou mais um bom resultado seguido, depois do nono lugar na prova passada em Londrina. "Fizemos uma boa largada, conquistamos o segundo top-10 seguido na corrida principal. São ótimos pontos que conquistamos para o campeonato e me deixou muito feliz. Isso nos deu a pole para a segunda bateria. Infelizmente, eu fui acertado na largada e acabamos saindo da prova. Uma pena, tinha chance de trazer mais pontos para o nosso time. Mas o carro vem se mostrando com uma boa evolução e espero que a gente continue assim para a próxima etapa em Goiânia", declarou o piloto do Stock #26.

Sorte de um lado, do outro nem tanto. Lapenna estava em oitavo na primeira prova, quando precisou recolher para os boxes com um problema na homocinética do carro. A equipe fez os reparos e o piloto partiu dos boxes na prova seguinte. Já estava novamente entre os 10 primeiros, quando teve um pneu furado, saiu da pista e bateu.

"Hoje foi uma pena. Nosso carro está evoluindo a cada etapa. Dessa vez conseguimos largar numa posição boa, então a corrida é diferente. A gente larga com calma, sai ileso... eu estava vindo num ritmo bom, acompanhando o Valdeno (Brito), andando junto, dentro do nosso objetivo de terminar em sétimo ou oitavo e, quando faltava seis voltas, quebrou a homocinética", lamentou o paulista do Stock #110.

"Tinha colocado todas as fichas na primeira corrida, já tinha gastado quase todos os meus pushs (botão de ultrapassagem). E, na segunda, largamos lá atrás e levei um toque que destruiu o carro. Depois, no ‘S’, o pneu furou e eu fui reto e bati. Fico triste por ser a quarta ou quinta vez que estávamos com pódio ou pontos na mão e aconteceu isso, mas o esporte é assim mesmo", finalizou.


Visita de Ouro


Os pilotos Raphael Abbate e Felipe Lapenna contaram com um torcedor especial na etapa de Curitiba da Stock Car. O paratleta Maurício "Dumbo", medalha de ouro com a seleção brasileira de futebol de 5 nas Paralímpiadas do Rio, esteve pela primeira vez numa corrida.

Nascido em Angola, o jogador chegou ao Brasil em 2001, aos 11 anos, integrando um programa de cooperação entre governos, onde 16 jovens deficientes visuais do país africano vieram ao Brasil para receber educação especializada. Maurício foi alfabetizado em braile no Instituto Paranaense de Cegos (PC), em Curitiba, e se naturalizou brasileiro.

"Nunca imaginei estar um dia num autódromo. Gostei demais da experiência. O barulho dos carros é incrível. Fiquei muito feliz com o convite", declarou o campeão, que levou a medalha de ouro ao autódromo e tirou muitas fotos com os fãs. 

Sérgio Jimenez conquista mais um Top-10 e Xandinho Negrão pontua em seu retorno

Sérgio Jimenez (#73): mais um Top-10 (Vanderley Soares)
Sérgio Jimenez (#73): mais um Top-10 (Vanderley Soares)

Os resultados poderiam ter sido ainda melhores, mas diante das circunstâncias os pilotos da equipe Cavaleiro Sports, Sérgio Jimenez e Xandinho Negrão, deixaram o autódromo internacional de Curitiba, em Pinhais (PR), conscientes de que fizeram o possível para marcar bons pontos na nona etapa da Stock Car.

Negrão foi o 12º colocado na primeira prova e conquistou 12 pontos no seu retorno à principal categoria do automobilismo nacional (não completou a segunda). Já Jimenez foi obrigado a abandonar a primeira prova, após uma batida, mas foi em busca da recuperação na segunda bateria e conquistou mais um Top-10, terminando em sétimo.

Felipe Fraga largou da pole e venceu com tranquilidade a primeira corrida, ampliando sua vantagem na liderança. Thiago Camilo ficou com a vitória na prova seguinte. Goiânia (GO) será a sede da 10ª etapa do ano no dia 6 de novembro.

Apesar de chegar ao seu sexto Top-10 na temporada, Jimenez não teve vida fácil em Curitiba. "Na primeira corrida, eu larguei bem, ganhei algumas posições e por uma falta de sorte alguém acertou o Max (Wilson), ele imbicou para fora da pista no Bico de Pato e eu estava ali. Me atingiu com tudo, uma porrada seca. Quebrou o spliter e ficou a carenagem pegando no pneu. Eu ainda continuei para ver se soltava, mas como era o spliter não teve jeito. Tive que abandonar logo na largada", contou Jimenez.

"Arrumamos o carro, amarramos com arame e conseguimos sair para a última volta e largar na segunda corrida", continuou o piloto de Piedade, no interior de São Paulo.

"Larguei bem também, vinha bem, num ritmo bom e comecei a tomar porrada de tudo que é lado. Tomei de atrás, na frente, me rodaram e deu sétimo no final. Poderia ter brigado pelo pódio. Eu estava na frente do Thiago (Camilo), brigando com ele e ele ganhou a corrida. Ele estava mais rápido, mas poderia ter acompanhado, brigando pelo pódio", acredita.

"Foi um fim de semana difícil para nós. Fizemos alguns pontos para a equipe, mas para mim foi um fim de semana que as coisas não se encaixaram. Faz parte, não é todo dia que a gente consegue acertar e vamos para a frente", concluiu o piloto do Stock #73.

Já Xandinho conseguiu um bom resultado na primeira prova. Foi o 12º depois de largar dos boxes. "As provas foram boas. Tentamos a estratégia contando com um safety car e largamos do box para tentar ir para a segunda prova. Acabou que o safety car não veio, então mudamos a estratégia para a primeira prova, contando que ainda pudesse dar um safety na segunda", explicou o piloto de Campinas (SP). 

"Fomos até o limite, chegamos em 12º e na segunda corrida demos umas 14 ou 15 voltas, o carro começou a falhar e tivemos que parar. Como estava atrás, resolvemos economizar pneu para as próximas etapas. Mas foi positivo, na corrida eu consegui melhorar meu ritmo no carro e voltar a ter ritmo de corrida. A gente perde muito isso quando fica muito tempo fora", completou o piloto que fez sua última temporada completa na categoria há quatro anos.

Rafael Suzuki salva pontos importantes com 11º em Curitiba

Carsten Horst/Hyset
Carsten Horst/Hyset

Essa foi a segunda vez no ano que a Stock Car correu em Curitiba, e Rafael Suzuki tinha boas expectativas de retomar os bons resultados após duas etapas difíceis, já que sempre anda bem nessa pista. O piloto e a equipe Geolab Racing não conseguiram tirar o melhor do carro #8 nos treinos livres e na classificação, mas estavam confiantes no ritmo de corrida para fazer provas de recuperação. 

Com o objetivo traçado, a equipe optou que Suzuki largasse dos boxes na primeira corrida, para evitar as habituais confusões na curva 1 em Curitiba - que é bem travada - e também para economizar combustível. O piloto ainda fez sua parada para reabastecimento antes da metade da prova, e depois parou novamente para trocar os pneus, mas completou as 34 voltas em 20º, somando assim um ponto. 

Na corrida 2, Rafael mirava o top-10, já que tinha bom ritmo e muitos pilotos que largavam à sua frente ainda teriam de parar nos boxes, mas o piloto tomou um grande susto nas primeiras voltas, quando ficou completamente sem freio no fim da reta, quando vinha a 230 km/h, e passou direto. O representante maranhense conseguiu evitar o acidente, mas perdeu muitas posições, e teve o desempenho de seu carro prejudicado para o restante da prova. Apesar disso, Suzuki conseguiu se recuperar e cruzou a linha de chegada em 11º, marcando mais pontos para o campeonato. 

Com os resultados da etapa, o piloto manteve o 19º lugar na classificação geral, empatado com o 20º. Agora, a Stock Car volta a se reunir em Goiânia em três semanas, entre os dias 4 e 6 de novembro, para a 10ª etapa de um total de 12 na temporada. Nesta pista, Suzuki aposta em um bom resultado, já que quando correu lá em maio deste ano, o piloto liderou um dos treinos livres e chegou a brigar pelo pódio na corrida 1. 

Antes disso, porém, Suzuki ainda terá uma nova experiência em sua carreira. No próximo fim de semana, o piloto participa de sua primeira corrida de longa duração em carros, o Cascavel de Ouro, no interior do Paraná. Serão quatro horas de disputa, e Rafael irá dividir a condução do carro com mais dois pilotos na pista de Cascavel, onde conquistou seu melhor resultado na Stock Car neste ano. 

"Essa foi uma etapa difícil, não conseguimos achar o acerto ideal nos treinos e isso interferiu na classificação. Melhoramos o carro para as corridas e optamos por uma estratégia pensando na 2ª prova, e tínhamos chances reais de terminar entre os 8 melhores. Mas tive um problema nos freios, tomei um grande susto e quase sofri um acidente, e depois disso tive que poupar um pouco o equipamento e trazer o resultado para casa. Não foi o que esperávamos, mas foi importante voltarmos a pontuar. Em Goiânia temos um carro muito competitivo e vamos em busca do nosso melhor resultado do ano lá." Comentou.

Guga Lima supera dificuldades e fica próximo do top-10 em Curitiba

 Carsten Horst/Hyset
Carsten Horst/Hyset

"Um resultado muito suado". Guga Lima definiu assim a conquista do 13º lugar na primeira corrida da etapa de Curitiba, disputada neste domingo (16). O piloto, que largou em 22º, conseguiu avançar nove posições durante as 34 voltas, mas teve de superar problemas nos freios e um carro bem instável. Com esse resultado, o piloto da TMG Racing somou mais 11 pontos para o campeonato e subiu uma posição na classificação geral.

Ao contrário dos dois primeiros dias de atividades, que foram realizados com tempo nublado e até mesmo sob chuva, o domingo foi de muito sol e forte calor para as duas corridas da 9ª etapa da Stock Car. Guga Lima largou em 22º na primeira corrida da rodada, conseguiu escapar da confusão na primeira curva e então foi escalando o pelotão. O piloto mais jovem do grid teve de lidar com um comportamento instável dos freios e do balanço geral de seu carro, mas conseguiu completar as 34 voltas próximo do top-10, na 13ª posição. A vitória ficou com Felipe Fraga, líder do campeonato. 

Já na corrida 2, o brasiliense largou na sétima fila, mas com a entrada de alguns pilotos para o reabastecimento, Lima figurou na 3ª posição por quase três voltas, antes de também ter de fazer sua parada nos boxes. Quando retornou à pista, ainda com dificuldades com o carro, o piloto conseguiu avançar algumas posições e cruzou a linha de chegada em 17º. A vitória na segunda prova da etapa ficou com Thiago Camilo. 

Com os 11 pontos somados em Curitiba, Guga Lima subiu uma posição na classificação geral do campeonato, e agora ocupa o 22º lugar. A próxima etapa da Stock Car acontece em Goiânia, entre os dias 4 e 6 de novembro. O circuito já recebeu a categoria esse ano, em maio, e Guga está bem confiante, já que foi lá que conquistou seu melhor resultado no ano, com o 9º lugar na corrida 2. 

"Nosso objetivo era chegar no top-10 na corrida 1, que dá mais pontos, e passamos perto disso. Nosso carro não se comportou como esperado, estava bem instável e tive problemas com os freios, mas mesmo assim o saldo foi positivo, esse 13º lugar foi muito suado. Somamos mais 11 pontos para o campeonato, subi uma posição na tabela, e chego animado para a etapa em Goiânia. Foi lá que conquistamos nossa melhor posição no ano até agora, e vamos em busca de melhorar ainda mais essa marca." Finalizou.

Resultado Corrida 1*


1-) 88 Felipe Fraga (Cimed Racing) - 34 voltas em 46min02s531 (média de 163,7 km/h)
2-) 90 Ricardo Mauricio (Eurofarma RC) - a 0s547
3-) 18 Allam Khodair (Full Time Sports) - a 14s358
4-) 29 Daniel Serra (Red Bull Racing) - a 18s649
5-) 77 Valdeno Brito (TMG Racing) - a 20s462
6-) 4 Julio Campos (C2 Axalta Racing) - a 27s093
7-) 12 Lucas Foresti (Full Time-ProGP) - a 31s004
8-) 0 Cacá Bueno (Red Bull Racing) - a 43s233
9-) 25 Tuka Rocha (RZ Motorsport) - a 49s627
10-) 26 Raphael Abbate (Hot Car Competições) - a 52s480
11-) 111 Rubens Barrichello (Full Time Sports) - a 54s633
12-) 99 Xandynho Negrão (Cavaleiro Sports) - a 55s479
13-) 9 Guga Lima (TMG Racing) - a 57s951
14-) 10 Ricardo Zonta (Shell Racing) - a 1min06s637
15-) 46 Vitor Genz (Eisenbahn Racing Team) - a 1min14s853
16-) 63 Nestor Girolami (Eisenbahn Racing Team) - a 1min15s885
17-) 51 Átila Abreu (Shell Racing) - a 1 volta
18-) 5 Denis Navarro (Vogel Motorsport) - a 1 Volta
19-) 28 Galid Osman (Ipiranga-RCM) - a 2 Voltas
20-) 8 Rafael Suzuki (Vogel Motorsport) - a 4 Voltas
21-) 80 Marcos Gomes (Cimed Racing) - a 5 Voltas
22-) 21 Thiago Camilo (Ipiranga-RCM) - a 7 Voltas
23-) 110 Felipe Lapenna (Hot Car Competições) - a 8 Voltas
24-) 70 Diego Nunes (União Químsica Racing) - a 8 Voltas
25-) 56 Danilo Dirani (RZ Motorsport) - a 9 Voltas
NÃO COMPLETOU
26-) 83 Gabriel Casagrande (C2 Axalta Racing) - a 11 Voltas
27-) 3 Bia Figueiredo (União Química Racing) - a 13 Voltas
28-) 73 Sergio Jimenez (Cavaleiro Sports) - a 28 Voltas
29-) 65 Max Wilson (Eurofarma RC) - a 34 voltas
MELHOR VOLTA: Ricardo Mauricio, 1min20s528 (165,1 km/h)
*Resultados sujeitos a verificações técnicas e desportivas

Resultado Corrida 2*


1-) 21 Thiago Camilo (Ipiranga-RCM) - 22 voltas em 31min35s222 (média de 154,4 km/h)
2-) 111 Rubens Barrichello (Full Time Sports) - a 0s941
3-) 65 Max Wilson (Eurofarma RC) - a 1s462
4-) 46 Vitor Genz (Eisenbahn Racing Team) - a 3s370
5-) 28 Galid Osman (Ipiranga-RCM) - a 4s381
6-) 5 Denis Navarro (Vogel Motorsport) - a 5s395
7-) 73 Sergio Jimenez (Cavaleiro Sports) - a 6s580
8-) 63 Nestor Girolami (Eisenbahn Racing Team) - a 7s308
9-) 56 Danilo Dirani (RZ Motorsport) - a 7s619
10-) 83 Gabriel Casagrande (C2 Axalta Racing) - a 8s074
11-) 8 Rafael Suzuki (Vogel Motorsport) - 8s353
12-) 18 Allam Khodair (Full Time Sports) - 8s765
13-) 29 Daniel Serra (Red Bull Racing) - 8s998
14-) 88 Felipe Fraga (Cimed Racing) - 11s818
15-) 0 Cacá Bueno (Red Bull Racing) - 13s117
16-) 25 Tuka Rocha (RZ Motorsport) - 13s243
17-) 9 Guga Lima (TMG Racing) - 13s585
18-) 90 Ricardo Mauricio (Eurofarma RC) 56s421
19-) 3 Bia Figueiredo (União Química Racing) - a 2 voltas
20-) 77 Valdeno Brito (TMG Racing) - a 3 voltas
21-) 51 Átila Abreu (Shell Racing) - a 6 voltas
NÃO COMPLETOU
22-) 110 Felipe Lapenna (Hot Car Competições ) - a 7 voltas
23-) 80 Marcos Gomes (Cimed Racing) - a 8 voltas
24-) 99 Xandynho Negrão (Cavaleiro Sport) - a 11 voltas
25-) 70 Diego Nunes União (Química Racing) - a 16 voltas
26-) 10 Ricardo Zonta (Shell Racing) - a 16 voltas
27-) 12 Lucas Foresti (Full Time-ProGP) - a 16 voltas
28-) 26 Raphael Abbate (Hot Car Competições) - 23 voltas 
29-) 4 Julio Campos C2 (Axalta Racing) - 23 voltas
MELHOR VOLTA: Thiago Camilo, 1min20s272 (165,7 km/h)
*Resultados sujeitos a verificações técnicas e desportivas

Classificação do campeonato após 9 etapas:
1-) Felipe Fraga, 227 pontos
2-) Rubens Barrichello, 183 
3-) Valdeno Brito, 167
4-) Max Wilson, 148 
5-) Daniel Serra, 140 
6-) Cacá Bueno, 138 
7-) Marcos Gomes, 137 
8-) Allam Khodair, 137 
9-) Ricardo Mauricio, 135 
10-) Vitor Genz, 130
11-) Diego Nunes, 128
12-) 51 Átila Abreu, 116
13-) 10 Ricardo Zonta, 108
14-) Thiago Camilo, 99
15-) Sergio Jimenez, 97
16-) Galid Osman, 96
17-) Julio Campos, 90
18-) Denis Navarro, 70 
19-) Gabriel Casagrande, 66 
20-) Rafael Suzuki, 66
21-) Raphael Abbate, 64 
22-) Guga Lima, 60
23-) Nestor Girolami, 55 
24-) Felipe Guimarães, 51 
25-) Lucas Foresti, 51 
26-) Popó Bueno, 46 
27-) Bia Figueiredo União, 41
28-) Felipe Lapenna, 39 
29-) Danilo Dirani, 30
30-) 25 Tuka Rocha, 23 
31-) Xandynho Negrão, 12
32-) Luciano Burti, 11 
33-) Fabio Carbone, 2 
34-) Alceu Feldman, 0 
35-) Thiago Marques, 0 
36-) Beto Cavaleiro, 0 
37-) Cezar Ramos, 0