Feliz com performance apesar de eliminação, Ostapenko comemora campanha em Wimbledon

Feliz com performance apesar de eliminação, Ostapenko comemora campanha em Wimbledon

Letã perdeu semifinal para a alemã Angelique Kerber em Londres e destacou esforços que está fazendo para reencontrar seu melhor tênis após uma desastrosa tentativa de defesa do seu título em Roland Garros esse ano

vavel
Pedro Dayrell

Jelena Ostapenko, após perder sua semifinal contra Angelique Kerber, se mostrou muito emocionada e feliz por estar reencontrando sua melhor performance no circuito feminino. Após fazer um primeiro set duro e competitivo, a letã se deixou levar pela emoção e perdeu o foco e o embate em Wimbledon por 6/3 e 6/3 contra a número dez do mundo.

Entretanto, em coletiva de imprensa, ela afirmou que, em momento algum estava tranquila na quadra central de Wimbledon, em Londres. Pelo contrário: afirmou que, apesar de estar jogando o seu melhor tênis no torneio, sentiu-se sempre muito pressionada pelo alemã, que não desistiu da partida em momento algum.

"Ela [Angie Kerber] elevou seu nível no jogo quando pode, e não me deu muito tempo para pensar em ser mais agressiva. Fui obrigada a ser mais intensa e competir no com o meu melhor jogo, sempre sendo exigida, mas, por azar, minha maior vontade não prevaleceu hoje na partida", admitiu a letã quando perguntada sobre sua intensidade e agressividade no jogo.

Quando questionada sobre como se sentia acerca do fato de ter sido acuada o tempo todo pela maior regularidade e consistência de Kerber numa semifinal tão importante como aquela, Ostapenko encarou o fato de maneira positiva e com pouca preocupação, evidenciando sua melhora de performance em Londres.

"Obviamente, ser acuada numa semifinal de Wimbledon é muito decepcionante. Poucos chegam a este tipo de partida e querem se entregar ou perder o foco deixando um sonho ir embora. Então, o fato de eu ter sido dispersa e lenta em diagnosticar sua tática na partida, não me ajudou a vencer o problema e voltar pra ganhar e chegar a final, me deixa muito pensativa. Fiquei com receio mas não preocupada que isso pudesse afetar o decorrer do jogo. Mas segue em frente", afirmou em análise madura da sua performance de hoje.

Ostapenko, em sua última pergunta, ressaltou de novo a importância de todos que a circundam esses anos todos de sua formação e que a ajudam na sua evolução como tenista, como sua mãe entre tantos outros que fazem dela uma jovem de destaque no circuito da WTA.

"Para vencer, estou aprendendo o que devo fazer para estar no meu melhor sempre. Minha mãe, meu pai (ex-jogador da seleção letã de futebol), sempre enfatizaram isso para mim. Agora nessa nova etapa da minha carreira, com David (Taylor, técnico), o foco é evoluir o meu jogo em todos os fundamentos possíveis e sempre mapear minhas fraquezas para poder progredir. Essa é a prioridade agora. É ótimo que eu seja número 12, 10, 6, mas o mais importante agora é refletir, descansar e fazer meu jogo evoluir para ter uma temporada na quadra rápida do que tive em 2017", declarou a vencedora de Roland Garros 2017.

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