Tsitsipas admite decepção, mas se mostra satisfeito após semana mágica em Toronto
Foto: Divulgação/Rogers Cup

Tsitsipas admite decepção, mas se mostra satisfeito após semana mágica em Toronto

Grego de 19 anos ficou com vice-campeonato após perder decisão para Nadal, mas derrubou quatro top 10 e garantiu a 15ª posição no ranking da ATP

vavel
Pedro Dayrell

Stefanos Tsitsipas, após perder sua final do Masters 1000 do Canadá para o #1 Rafael Nadal se mostrou muito emocionado e feliz por estar encontrando suas melhores atuações no circuito da ATP. Após fazer um primeiro set fraco e curto perdendo por 6/2 para Nadal, o grego endureceu o set seguinte e lutou até o final sendo derrotado por 7/6, sendo 7-4 no tie break, mas deixou uma ótima impressão contra o número um do mundo após 1h43 de batalha.

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Entretanto, em coletiva de imprensa, Tsitsipas afirmou que estava tranquilo na quadra central de Toronto. Pelo contrário: afirmou que, apesar de estar jogando o seu melhor tênis desde a final do ATP 500 de Barcelona esse ano, sentiu-se sempre muito pressionado por Nadal, que não desistia da partida em momento algum.

"Ele [Rafeal Nadal] elevou seu nível no jogo quando pode, e não me deixou respirar e nem para pensar em ser mais agressivo. Fui obrigado a ser mais intenso e competir na luta com o meu melhor jogo, sempre sendo exigido, mas meu lado mais guerreiro não prevaleceu hoje na partida", admitiu Tsitsipas quando perguntado sobre sua intensidade no jogo.

Quando questionado sobre como se sentia sobre o fato de ter sido acuado o tempo todo pela maior regularidade e consistência de Nadal numa final tão importante como essa, o grego encarou o fato de maneira positiva e com pouca preocupação, evidenciando sua melhora no jogo durante o transcorrer da partida em Toronto.

"Obviamente, ser acuado numa final de Masters 1000 é muito frustrante. Poucos jogadores chegam a este tipo de partida e querem se entregar ou perder o foco deixando um sonho ir embora. Então, o fato de eu ter ficado disperso na hora de ler melhor suas jogadas na partida, não me ajudou a vencer e voltar a estar na frente de novo e chegar a final. Fiquei com receio mas não preocupado que isso pudesse afetar o meu mental no jogo. Mas vamos lá, né?", afirmou em análise madura sobre a sua performance de hoje.

Tsitsipas, em sua última pergunta, ressaltou de novo a importância de todos que o circundam esses anos todos de sua formação e que a ajudam na sua evolução como tenista nos últimos anos, como seu pai e treinador, Apostolos Tsitsipas, além de Patrick Mouratoglou, etc., que fazem dele ainda um jovem de destaque no circuito da ATP.

"Para vencer, estou aprendendo o que devo fazer para estar no meu melhor sempre. Meu pai e coach (Apostolos Tsitsipas), sempre enfatiza isso para mim. Agora nessa minha primeira etapa da minha carreira, com meu pai, o foco é evoluir o meu jogo em todos os fundamentos possíveis e sempre mapear meus erros para poder progredir. Essa é a prioridade agora. É ótimo que eu seja número 27, 15, 5, mas o mais importante agora é refletir, descansar e fazer meu jogo subir mais um degrau para ter uma temporada melhor na quadra rápida do que tive em 2017", declarou Tsitsipas.

O grego já tem jogo marcado para a próxima semana, no Masters 1000 de Cincinnati. Agora #15 do mundo, Tsitsipas estreia contra o cabeça de chave número 11, David Goffin.

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