Osaka vence Pliskova em Melbourne e vai em busca do segundo Slam consecutivo
Foto: Divulgação/Australian Open

Osaka vence Pliskova em Melbourne e vai em busca do segundo Slam consecutivo

Japonesa vence sua 13ª partida seguida em Grand Slam, ao superar tcheca por 2 sets a 1, parciais de 6/2, 4/6 e 6/4

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Mateus Dos Anjos

A japonesa #4 Naomi Osaka, atual campeã do US Open, agora vai em busca do título do Australian Open. Pela semifinal do torneio, Osaka, de apenas 21 anos, bateu a tcheca #8 Karolina Pliskova por 2 sets a 1, com parciais de 6/2, 4/6 e 6/4, em 1h56 minutos.

Com um primeiro set bastante sólido e sem muitos erros, Osaka fez uma das maiores armas de Pliskova, a sua principal: o saque. Foram cinco aces, além de 81% de pontos conquistados em seu primeiro serviço. Além disso, quebrou o serviço da adversária por duas vezes e fechou o set em 6/2, com certa tranquilidade, em 33 minutos.

Já no segundo set, Pliskova demonstrou um pouco do que a fez ser uma top 10. Apesar de Osaka repetir o bom saque, tendo quatro aces, e de ter quebrado logo de cara o serviço da tcheca, Pliskova reagiu bem, devolveu a quebra logo no segundo game e utilizou bem seu primeiro serviço com percentual de 71% de eficiência, além de conquistar 79% dos pontos.

Apesar do equilíbrio que foi visto em quadra, Pliskova quebrou o serviço de Osaka no crucial décimo game e empatou o jogo em um a um, forçando o terceiro set.

No terceiro set, mais equilíbrio em quadra. Mais uma vez, a japonesa fez a diferença em seu saque, conquistando 6 aces e conquistando 86% dos pontos tentados em seu segundo serviço, além de conseguir incríveis 16 winners, não dando chance à Pliskova, que conseguiu apenas seis. Com uma única quebra de serviço, no terceiro game, Osaka fechou o set em 6/4 e o jogo em 2 sets a 1.

Com a vitória, a 13ª seguida em Grand Slams, Naomi Osaka enfrentará na final a também tcheca #6 Petra Kvitova, que bateu a americana #35 Danielle Collins por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 e 6/0, na outra semifinal. Além do título, o duelo valerá o topo do ranking da WTA, quem vencer, será a tenista número 1 do mundo.

Naomi Osaka, além da tentativa de conquistar o título e o topo do ranking, pode quebrar o feito da americana Jennifer Capriatti, conquistado em 2001, que venceu seu segundo Slam logo na sequência de ter conquistado o primeiro. Destaca-se também o incrível desempenho de Osaka após a conquista do US Open. Desde lá, a jovem chegou à final do WTA de Tóquio, onde perdeu para a própria Karolina Pliskova, além de ter alcançado as semifinais dos WTA de Pequim, ainda em 2018, e em Brisbane, antes do Australian Open, contrariando uma sina no circuito feminino de queda de rendimento após uma conquista de um major.

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