Djokovic confia que pode bater recorde de Grand Slams e
semanas no topo do ranking
Foto: Divulgação/ATP

O #1 Novak Djokovic segue confiante em fazer história na ATP. Em entrevista no programa ‘In Depth with Graham Bensinger, o sérvio comentou sobre o seu futuro no circuito de tênis e confirmou que está de olho nos dois principais recordes de Roger Federer.

Atualmente, o suíço detém a marca de maior número de Grand Slams conquistados, com 20, e quantidade de semanas totais como número 1 do mundo, com 310. Djokovic é o terceiro neste momento em ambas as estatísticas, tendo 17 Majors (Rafael Nadal tem 19) e 282 semanas no topo do ranking (Pete Sampras está em segundo com 286).

As duas marcas são difíceis de serem alcançadas, principalmente a primeira já que Nadal ainda compete no circuito e está apenas um título atrás de Federer, mas o sérvio tem convicção de que pode atingi-las.

Eu acredito que posso ganhar mais Grand Slams e bater o recorde de mais semanas a número um do Mundo. Esses são definitivamente os meus dois objetivos. Mas isso não é a única coisa que me motiva. Não seria sustentável. O que me preenche todos os dias está mais relacionado com o meu crescimento pessoal”, disse.

Djokovic comentou também que tem muita confiança no seu jogo. Mesmo que alguns sacrifícios tenham que ser feitos, o sérvio vê isso como necessário e se sente destinado a fazer história.

Sou muito confiante em mim mesmo e isso se dá por fazer aquilo que mais gosto. É claro que tive de sacrificar muitas coisas, que gostaria de ter passado mais tempo como a minha família e com os meus filhos, mas ao mesmo tempo, estou muito agradecido pelo fato de as pessoas mais importantes da minha vida ainda me apoiarem no que eu faço. Eu acredito que foi o tênis que me escolheu e não o contrário”.

O número 1 ainda aproveitou para esclarecer sobre até quando pretende se manter no circuito. Segundo ele, tudo vai depender de como irá se manter jogando em alto nível.

Não acredito em limites; eles são apenas uma ilusão da tua mente. Quero jogar até tarde, mas ao mesmo tempo, tenho que manter determinadas rotinas para permanecer saudável. Tudo tem de funcionar em harmonia com a minha família e vida pessoal também. O número de torneios que eu jogo vai decrescer em breve. Talvez ainda jogue até aos 40 anos, mas provavelmente focando-me apenas nos maiores torneios”, completou.

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