Monteiro e Rogerinho param nas semis no Challenger de Santiago

Thiago Monteiro e Rogerinho nas simples, e Guilherme Clezar e Fabricio Neis nas duplas, formavam o time brasileiro que ainda sobrevivia no Challenger de Santiago até as semis, porém nenhum deles fará final

Monteiro e Rogerinho param nas semis no Challenger de Santiago
Foto: Getty Images

O Club de Polo y equitación San Cristóbal, em Santiago, capital do Chile, recebe o Movistar Open 2017 by Cachantun, torneio da ATP de nível Challenger que distribui 50.000 dólares em premiação, além de 80 pontos no ranking da ATP em simples e duplas.

Na chave de simples, 2 brasileiros chegaram até as semis: Rogério Dutra Silva, cabeça 1 do torneio, e Thiago Monteiro, que entrou como cabeça 5 em Santiago. Nas duplas, Guilherme Clezar e Fabricio Neis também estavam nas semis.

ROGERINHO E MONTEIRO PERDEM RAPIDAMENTE

Rogerinho teve pela frente o tenista salvadorenho de 27 anos, Marcelo Arevalo, atualmente o 207º colocado no ranking mundial da ATP. Apesar de estar no TOP 100 do mundo, e ser mais experiente que Arevalo, o brasileiro não conseguiu jogar bem contra o salvadorenho.

Enquanto no 1º set, uma quebra de vantagem foi decisiva para Marcelo conquistar o 6/3 em 45 minutos, o 2º set foi em apenas 32 minutos, onde Arevalo se mostrou mais firme nas trocas e jogadas de efeito. Rogerinho não conseguiu acompanhar o ritmo e levou 2 quebras, fechando o resultado em 6/2 nesta parcial, e assim encerrando o jogo.

Já Monteiro teve pela frente o local Nicolas Jarry, que está em boa fase e subindo no ranking, buscando o TOP 100. E jogo um pouco mais rápido que o de Rogerinho, Thiago não conseguiu segurar o bom jogo aplicado por Jarry frente a sua torcida, levando duplo 6/2 e 1h06 de total de jogo.

CLEZAR E NEIS CAEM PARA ARGENTINOS

Guilherme Clezar e Fabricio Neis chegaram até as semis em Santiago, onde tiveram que enfrentar a dupla argentina Franco Agamenone e Facundo Arguello. Apesar de Clezar ter boa experiência, a dupla argentina se mostrou mais precisa nos pontos importantes.

No 1º set, apenas 1 quebra de serviço definiu a vitória de Franco e Facundo por 6/4, e ela veio justamente no 1º game do jogo, quando os brasileiros estavam mais frios e tiveram que sacar no 40 iguais sob pressão (nas duplas, não existe vantagem).

O 2º set teve os brasileiros já ligados, mas ainda sem achar muitas brechas no jogo dos argentinos. Ambas as duplas conseguiram 1 quebra de cada lado até o 7º game, quando os argentinos conseguiram outra quebra para enfim ter a vantagem. O momento era melhor deles, e mesmo salvando Match Point em seu saque, os brasileiros acabaram não conseguindo devolver a quebra no 10º game, mesmo tendo 3 chances para isso. Novo 6/4 marcado e vaga na final não veio.