Sesi-SP supera Sesc Rio, faz 3 a 0 na série e se classifica para final da Superliga Masculina
Foto: Divulgação/ CBV

Sesi-SP supera Sesc Rio, faz 3 a 0 na série e se classifica para final da Superliga Masculina

Equipe paulista voltou a vencer fora de casa e confirmou vaga à decisão do torneio pela quarta vez em sua história

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Bruno Vasconcellos
Sesc RJMaurício Borges, Thiago Barth, Thiaguinho, PV, Maurício Souza e João Rafael; líbero: Thiago Brendle.
Sesi-SP Lipe, Lucão, William, Alan, Gustavão e Douglas Souza; líbero: Murilo.
Placar0-1, 25/22 || 0-2, 25/23 || 0-3, 25/23.
ÁRBITROPaulo Turci (PR) e Anderson Caçador (MG).
INCIDENCIASJOGO VÁLIDO PELAS SEMIFINAIS DA SUPERLIGA MASCULINA DE VÔLEI 2017/18, DISPUTADO NA ARENA CARIOCA 1, NO RIO DE JANEIRO.

Na tarde deste sábado (14), a Superliga Masculina 2017/18 conheceu o seu primeiro finalista. Com uma atuação bastante consistente, o Sesi-SP bateu o Sesc Rio por 3 sets a 0 (25/22, 25/23 e 25/23), fez 3 a 0 na série melhor de cinco das semifinais e avançou à decisão do torneio de maior tradição do voleibol brasileiro. O confronto aconteceu na Arena Carica 1, no Rio de Janeiro. 

Com o resultado, a equipe da Vila Leopoldina fica no aguardo do vencedor do confronto Taubaté x Sada Cruzeiro para saber quem será seu adversário na grande final. A série está em 2 a 1 para o time do Vale do Paraíba, que tenta quebrar a hegemonia cruzeirense. 

O Sesi- SP já chegou na final da Superliga Masculina em três temporadas: 2010/11, 2013/14, 2014/15. Nas três ocasiões o adversário foi o Sada Cruzeiro. Entretanto, o Sesi levou a melhor apenas na primeira final. 

O Sesc Rio, por sua vez, cai sem ter vencido um set sequer diante de sua torcida nas semifinais . A opção de abrir a série fora de casa foi do próprio clube. Contudo, os comandados de Giovane Gávio fizeram história no jovem clube carioca. No primeiro ano na elite do voleibol brasileiro, tiveram a segunda melhor campanha da fase classificatória, ficando atrás apenas do Sada Cruzeiro. 

Primeiro set

Sem tempo para respirar! Com os dois levantadores colocando seus atacantes para virarem as bolas, o jogo teve início bastante equilibrado, com as duas equipes trocando pontos. No entanto, o Sesi-SP conseguiu abrir boa margem devido aos erros de saque do time carioca - foram 10 somente no primeiro período - (16/13).

O técnico Giovane Gávio, então, se viu obrigado a mexer do time. Renan entrou no lugar de PV, enquanto Japa herdou a vaga de João Rafael. A equipe carioca reagiu, mas não o suficiente para conter os paulistas, que fecharam a parcial por intermédio de Lipe: 25 a 22. 

Segundo set

Com maior confiança, a equipe paulista abriu quatro pontos de vantagem logo no início (5/10). Contudo, com passagem arrasadora de PV no saque, marcando um ace, inclusive, o Sesc Rio buscou a recuperação com cinco pontos de ataque seguidos (6/5). A equipe carioca teve o seu melhor momento no jogo ao fazer três pontos seguidos, sendo três de bloqueio (12/9).

O Sesc Rio, no entanto, não conseguiu manter a margem que abriu. O experiente Lipe foi para o saque e acabou forçando dois erros da equipe carioca, que acarretou no empate da parcial (13/13). 

O oposto PV cresceu na partida e levou o time do Rio consigo. Assim, os comandados de Giovane Gávio até esboçaram uma reação e encostaram no marcador. No entanto, como acontecera nos sets anteriores da série, o Sesi-SP foi mais decisivo, enquanto os cariocas voltaram a apresentar erros conhecidos, como força excessiva no saque. Assim, os paulistas fecharam o período em 25 a 23, ficando a um set da decisão. 

Terceiro set 

Como no primeiro set, o início do terceiro teve bastante equilíbrio, com as equipes sabendo aproveitar os erros adversários. O Sesi-SP já não apresentava a consistência de outrora, mas conseguiu exercer certo domínio, liderando o marcador. Entretanto, com um tocaço de Everaldo, o Sesc Rio conseguiu o empate, recolocando o time na partida (12/12). 

As equipes voltaram a trocar pontos até a reta decisiva. Se o saque era problema, o time carioca cresceu no bloqueio e acabou ganhando confiança, desestabilizando o Sesi-SP e obrigando ao técnico Rubinho a parar o jogo. Os ataques da equipe paulista voltaram a encaixar, mas foi em um erro de saque de Everaldo que o jogo foi encerrado: 25 a 23 para o Sesi-SP, primeiro finalista da Superliga Masculina. 

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