FC Porto deixa duras críticas a Carlos Xistra

A arbitragem de Carlos Xistra, no jogo de Braga, foi hoje duramente criticada pelos azuis e brancos. As críticas, através da publicação "Dragões Diário", mencionaram também outros jogos, com suposto favorecimento aos mais diretos rivais.

FC Porto deixa duras críticas a Carlos Xistra
FC Porto deixa duras críticas a Carlos Xistra

O FC Porto, através da publicação "Dragões Diário", deixou duras críticas ao árbitro Carlos Xistra, justificando com lances da derrota portista em Braga, por duas bolas a uma, e fazendo alusões a outros jogos dirigidos pelos juíz de Castelo Branco, em que alegadamente favoreceu os rivais Benfica e Sporting

Os azuis e brancos começam por detalhar vários momentos do jogo, afirmando que os erros relevantes foram sempre a desfavor do FC Porto: "Não foi preciso esperar mais do que dez segundos para ver ao que ia Carlos Xistra, quando Danilo sofreu uma falta duríssima e o árbitro não agiu disciplinarmente. Aos 15 minutos Suk é claramente derrubado na área, mas o apito de Xistra estava entupido (...) os lances na área do Braga não são sequer daqueles difíceis de ver, bastava ter atenção à bola". 

A primeira alusão a um rival foi na defesa de José Peseiro, técnico expulso na partida de ontem e comparando, sem mencionar, com Jorge Jesus, afirmando que "outros treinadores também saem da área técnica e às vezes até entram dentro do campo". As críticas subiram de tom quando mencionaram o clube da Luz, fazendo referência a erros crassos num jogo frente ao V. Guimarães: "Assim se adultera a verdade de uma competição. O senhor Xistra já tinha tido uma nefasta interferência nos pontos das equipas quando não assinalou pelo menos duas grandes penalidades no jogo Guimarães-Benfica, todas contra imaginem quem. Agora, volta a interferir de forma clara e direta em mais um resultado.". Para finalizar, umas últimas 'farpas' foram lançadas tanto a 'águias' como árbitros, comparando Carlos Xistra a Rui Costa e Jorge Ferreira. «numa perspetiva benevolente são muito maus árbitros e têm a infelicidade – ou, se calhar, a felicidade – do denominador comum do lucro dos erros ser sempre o mesmo».

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