Ana Borges ruma ao Chelsea
Ana Borges a representar a selecção

A jogadora proveniente de Seia, na Guarda, representava a camisola da Fundação Laura Santos no campeonato distrital quando surgiu a hipótese de ir jogar para Espanha ao serviço da Prainsa Zaragoza. Tinha apenas 18 anos. Ana Borges não hesitou por ter a certeza que em Portugal não havia um futuro tão próximo naquilo que toca ao futebol feminino.

No Prainsa Zaragoza esteve quatro épocas consecutivas e saiu para os EUA em 2012, onde teve uma experiência por empréstimo, mas regressou ao primeiro clube que a acolheu em Espanha. Na época passada a jogadora portuguesa deu o salto para uma das equipas mais competitivas do campeonato espanhol, o Atlético de Madrid que ficou em terceiro lugar, apenas atrás do Barcelona e do Bilbao.

A portuguesa deu nas vistas no campo e este ano aproxima-se de um novo e ambicioso desafio. Ana Borges vai rumar a Inglaterra, ao Chelsea, onde deverá encontrar o treinador principal do escalão masculino, José Mourinho. O Chelsea pretende afirmar-se no futebol feminino e ter um crescimento na equipa e para isso contará com a presença da avançada portuguesa.

Ana Borges tem 23 anos e tendo em conta as últimas temporadas e o seu percurso tem uma possibilidade de se afirmar ainda mais no futebol feminino europeu e de orgulhar o país, como já fez no ano passado quando foi eleita pela Confederação de Desporto de Portugal para o prémio de desportista do ano, acabou por não vencer mais deu-se a conhecer a futebolista e o futebol feminino.

A jogadora representa a selecção portuguesa de futebol e crê que a sua transferência para o Chelsea pode ajudar a equipa das Quinas a crescer e a afirmar-se no futebol feminino. «Falei com os meus pais e disse-lhes que queria sair de Espanha e experimentar outro futebol. Perguntaram-me se eu tinha a certeza disso, eu respondi-lhes que sim e apoiaram-me a 100 por cento. Acho que ao ir para o Chelsea vou realizar-me profissionalmente e em termos pessoais e até acrescentar mais à Selecção. Será de certeza uma mais-valia para mim», afirmou Ana Borges ao Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol.

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