Reforços do Benfica: de contratados a dispensados num estalar de dedos
Luis Felipe já treina no Criciúma (Foto: D.R)

Reforços do Benfica: de contratados a dispensados num estalar de dedos

Chegaram com a ambição de representar o Benfica mas mal aqueceram o lugar: nesta pré-época, muitos foram os reforços encarnados que chegaram, viram a Luz e...partiram.

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Na chegada, apenas esperança, ambição, alegria; na partida, o sentimento de frustração típico de quem não pôde sequer competir por um lugar no vasto plantel - muitos foram os reforços do Benfica que chegaram, viram a Luz e...partiram, de malas aviadas rumo a outros destinos que não a casa encarnada. Muitos desses reforços nem tiveram tempo para aquecer...o banco, ou até mesmo a bancada.

De contratados a dispensados num estalar de dedos

Neste defeso, muitos foram os contratados benfiquistas que passaram velozmente a dispensados; num ápice, de desejados, tornaram-se inúteis: casos de Djavan, Luis Felipe, Candeias, Victor Andrade, Friesenbichler e Dawidowicz. O lateral brasileiro vindo da Académica chegou este Verão mas nem sequer alinhou no clube um único minuto, tendo saltado para o SC Braga numa transacção aparentemente ilógica; Luis Felipe, «flop» de Verão encarnado, realizou uma porção de minutos com a camisola das «águias» mas já treina actualmente no Criciúma, a quem foi emprestado.

Candeias, aposta de Jorge Jesus, ao qual o treinador reservou elogios no início da pré-temporada, será dispensado, não tendo, afinal, encaixado na definição que Jesus fizera dele umas semanas antes; Victor Andrade, jovem promessa brasileira, também não entra nas contas do técnico de 60 anos; 

Expectativas defraudadas

Quanto a Friesenbichler e Dawidowicz, as situações mudam ligeiramente de figura: ambos foram devotados à equipa B, facto que defraudou as suas expectativas, já que os dois esperavam integrar a formação principal do Benfica, tendo ambos, inclusivamente, referido essa 'certeza' na alturas das suas respectivas oficializações. O austríaco, proveniente do Bayern Munique, já instruiu o seu agente para procurar novo clube.

Os números não mentem e espelham a aparentemente ilógica política de contratações desenhada por Jesus e Vieira: dos doze jogadores contratados até agora, metade deles foi relegada ou considerada inútil. Quatro dispensados e dois jovens afundados na equipa B contra as suas expectativas iniciais aquando da assinatura do contrato.

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