A caminho do euro: a seleção inglesa
A caminho do euro: a seleção inglesa

A Inglaterra não é a mesma desde há muitos anos para cá, mas em 2016 tem presença marcada em França e tentará fazer o seu melhor para não fracassar novamente.

Constantes desilusões apontaram a reestruturação - resultados demoram a aparecer

Depois de, em 2008, ter falhado a qualificação para o Europeu, na Suíça e na Áustria, a Inglaterra vive neste momento um período de reestruturação que está a ser mais longo que o previsto. Apesar da força e do espírito de grupo que a equipa pode advir, as desilusões têm sido recorrentes, nomeadamente no último Mundial no Brasil. Os Ingleses estão a ficar impacientes e com certeza que não querem ver a sua seleção falhar novamente. Num primeiro olhar, não há razões para isso, pois este elenco contém vários factos a seu favor.

Entrosamento entre jogadores pode ser peça-chave

O selecionador Roy Hodson tem à sua disposição um grande elenco. Para além da sua qualidade, muitos dos jogadores desta equipa jogam ou já jogaram juntos nos seus clubes, pelo que esse fator pode vir a ser muito importante na maneira e qualidade de jogo da equipa. Sturridge e Sterling são alguns desses exemplos.

Rooney é a levar ao colo Inglaterra

Wayne Rooney é a grande estrela da equipa. Nenhum outro jogador tem a capacidade de decidir jogos que Rooney tem. Se existir algum problema, ele promete estar lá para resolvê-lo. Este é capaz de pegar na bola em qualquer sítio do campo e transformar uma jogada num golo, seja com um tiro do meio da rua ou com a sua capacidade de recolher a bola em zonas mais atrasadas do terreno e começar toda a jogada.

Conjunto jovem e competitivo: estão lançado os dados para o futuro

Mesmo que a seleção inglesa não faça uma boa campanha, é mais que óbvio que a qualquer momento esta equipa vai brilhar. Com um conjunto tão jovem, competitivo e experiente ao mesmo tempo, a equipa tem todas as bases para brilhar no futuro. Harry Kane e Sterling poderão ser as próximas grandes estrelas inglesas. Há ainda nomes como o ex-sportinguista Eric Dier, ou uma das revelações do ano, Delle Alli, ambos jogadores do Tottenham Hotspur. 

Na defesa, os ingleses têm atravessado grandes debilidades, e é sem dúvida o sector mais frágil de uma seleção promissora e com enorme potêncial. Para contornar esta debilidade, destaque para o dono das luvas Joe Hart. O guardião do Manchester City é um dos melhores do mundo e oferece maior segurança e tranquilidade a uma equipa que não defende bem. A sua agilidade entre os postes fazem de Hart uma das figuras de Inglaterra e, juntamente com os jovens valores e Rooney, permite aos ingleses sonhar pela conquista da Europa, que foge há já muitos anos.

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