Hinchcliffe celebra boa classificação com companheiros de Andretti e Viso: “Só tenho de agradecer”
James Hinchcliffe vai largar em segundo nas 500 Milhas (Foto: IndyCar)

James Hinchcliffe mal conseguia acreditar no segundo lugar conquistado neste domingo (18), em Indianápolis. O canadense viveu um drama pouco antes da semana de treinos para a Indy 500 e só foi liberado para correr três dias antes da classificação. James afirmou que o desempenho foi resultado principalmente do trabalho de seus companheiros de Andretti.

Hinchcliffe foi atingido na cabeça por detritos na relargada do GP de Indianápolis e sofreu uma concussão, Recuperado, ele pôde voltar ao carro nos últimos treinos antes da definição do grid. “Foi tudo ótimo, levando em consideração de que há uma semana eu nem conseguia mexer no celular”, brincou o piloto em entrevista coletiva no Indianapolis Motor Speedway.

“E aí venho e consigo andar a 230 mph ou mais, é incrível. Isso só foi possível por causa da pessoas que me ajudaram, todos médicos, a minha família que cuidou de mim em casa e a todos os meus companheiros de equipe, que fizeram um trabalho muito, muito bom, ao deixarem todos os esses carros prontos para a classificação”, completou o simpático piloto da Andretti. 

“Só tenho mesmo de agradecer a Kurt (Busch), Carlos (Muñoz), Marco (Andretti), Ryan (Hunter-Reay) e Ernesto (Viso), a todo mundo da Andretti, porque ter a chance de colocar esse carro na primeira fila é extraordinário”, acrescentou.

O dono do carro #27 ainda revelou que não tinha lembranças do acidente da corrida passada e que isso o ajudou a ter um melhor rendimento. “Eu tenho muita sorte”, falou. “Eu não tenho nenhuma recordação do acidente, então vim para a pista sem nenhum medo ou preocupação. Foi só uma questão de reestabelecer o ritmo e confiar nos meus companheiros de equipe”, explicou.

E um colega de equipe teve especial atenção: Ernesto Viso. Hinchcliffe não deixou de agradecer o trabalho do venezuelano, que o ajudou no acerto. “Eu sentei com EJ e conversamos muito sobre tudo. Ele me explicou sobre o acerto do carro, as velocidades, as mudanças, boas e ruins que foram feitas. Por isso, foi possível conseguir melhorar treino a treino. Só tenho de dizer obrigado”, encerrou.

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