Após título chileno em 2015, argentinos querem revanche na Copa América

A vitória nos pênaltis deu o troféu ao Chile, mas a Argentina promete chegar com muita determinação para esta final

Após título chileno em 2015, argentinos querem revanche na Copa América
Final de 2015 (Foto: AP)

A final da Copa América Centenário entre Argentina e Chile acontece neste domingo (26), em Nova Jersey, Estados Unidos. As duas equipes fazem a reedição da final de 2015 da mesma competição e desta vez os argentinos buscam não só a vingança, mas encerrar o jejum de títulos.

Relembrando o confronto, o Chile dominou a partida desde o começo, com muita posse de bola, mas pecando nas finalizações. Do outro lado, a Argentina não fez bom jogo. Messi ficou isolado e, mais uma vez, não conseguiu brilhar jogando pela seleção principal.

No tempo regulamentar o placar foi 0 a 0. Nos pênaltis, Banega e Higuaín perderam as cobranças e deram o título aos chilenos, anfitriões daquela edição da competição.

Os hermanos devem chegar em clima de revanche e muito pressionados para levantar a taça após tanto tempo sem conquistar nada. Até o ídolo Maradona criticou recentemente a falta de liderança de Messi e cutucou ainda mais os argentinos.

"Querem fazer de Messi um líder, os líderes são feitos sozinho. Ninguém forma um líder, os líderes não se fazer. Não pode tornar alguém líder, porque alguém quer", disse Maradona ao jornal Diario Popular, da Argentina.

No campo, ambas as seleções se mostraram merecedoras. Agora resta ver quem terá mais força para superar o último desafio dessa Copa América Centenário. O Chile busca provar que esta é realmente sua melhor geração, já a Argentina quer afastar as desconfianças. 

"Não nos serve pensar que somos os melhores da Copa América. A resposta temos que dar no domingo. Eu acho que o time não será reconhecido se não ganhar. Gostaria de ser mais generoso, mas não coincidiria com o que penso, porque também o vi de fora, quando a Argentina chegou à final da Copa do Mundo no Brasil. Esse time fez um bom jogo contra a Alemanha e não foi reconhecido", comentou o treinador Tata Martino.