Pelo Twitter, Conmebol promete sanções ao Real Garcilaso por racismo da torcida
Tinga sofreu com a altitude de Huancayo e com ofensas racistas por parte da torcida peruana (FOTO: Lance!/Reprodução)

Na partida entre Real Garcilaso e Cruzeiro na noite de quarta-feira (12), pela Libertadores, a torcida do time local deu um péssimo exemplo aos fãs de futebol ao redor do mundo. Pouco depois da entrada do volante Tinga em campo, substituindo o meia Ricardo Goulart, os adeptos do time peruano começaram a importunar o jogador cruzeirense a cada toque seu na bola, imitando sons de macaco num claro ato racista contra o brasileiro.

Àquela altura, o Garcilaso já havia virado o jogo e a torcida começava a fazer sua parte com vaias e a costumeira pressão. No entanto, jamais se esperava que passassem à agressão. A gravidade do caso chamou a atenção da Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL), que se pronunciou imediatamente após o ocorrido por meio da conta oficial da Copa Libertadores no Twitter. As mensgens enviadas mostraram o comprometimento da entidade em julgar o caso usando todas as medidas cabíveis previstas.

"Queremos tranquilizar os torcedores do Cruzeiro. A Confederação julgará o caso e todas as medidas possíveis. Sem dúvidas, sabemos que é repudiável", foram as palavras publicadas via rede social pela instituição. O Cruzeiro receberá o Real Garcilaso no Mineirão apenas para o fechamento da chave 5, no dia 9 de abril. 

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