Guia VAVEL da Copa do Mundo 2018: Islândia
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Guia VAVEL da Copa do Mundo 2018: Islândia

Time que ganhou o mundo pela sua garra e simpatia na Eurocopa faz sua estreia em Copas na Rússia

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Agnes Rigas

A seleção que foi um dos grandes destaques da Eurocopa de 2016 está pronta para fazer sua estreia em Copas do Mundo. A Islândia chega ao Mundial sendo a menor nação e com a maioria dos jogadores atuando fora do futebol europeu. Porém, tem resultados que provam que o país vem forte para buscar sua classificação para fases seguintes na competição.

Em seu histórico recente, teve resultados surpreendentes contra adversários tradicionais. Como sua atuação na fase de grupos da Eurocopa onde deixava a futura campeã Portugal em terceiro lugar e batendo a campeã mundial Inglaterra nas oitavas de final.

Graças ao grande investimento feito em prol deste time, a Islândia deixou para trás o apelido de saco de pancadas e tenta fazer história em sua participação na Copa, o time que cativou o mundo com sua raça, determinação e sua torcida fanática chega á Rússia com grande confiança.

Expectativa

A Islândia ficou conhecida pela adoração que sua população possuiu por futebol. Na Eurocopa de 2016, 8% do país foi a França para acompanhar o país na competição, ou seja, cerca de 26.985 pessoa estavam requisitando ingressos para acompanhar de perto um acontecimento histórico na história do futebol do país. Isso prova, que é um número absurdo de torcedores em comparação com qualquer seleção que irá disputar a Copa.

Convocados

Posição Nome Idade Clube
Goleiro Hannes Pór Halldórsson 34 anos Randers - DIN
Goleiro Frederik Scharam 23 anos  Roskilde - DIN
Goleiro Rúnar Alex Rúnarsson 23 anos Nordsjaelland - DIN
Defensor Ari Freyr Skúlason 35 anos  Lokeren - BEL
Defensor Hördur B. Magnússon 25 anos  Bristol City - ING
Defensor Kári Árnason 35 anos  Aerdeen - ESC
Defensor Sverrir Ingi Ingason 24 anos Rostov - RUS
Defensor Ragnar Sigurdsson 31 anos Rostov - RUS
Defensor Samúel K. Fridjónsson 22 anos Valerenga - NOR
Defensor Birkir Már Saevarsson 33 anos Valur - ISL
Meia Jóhann Berg Gudmundsson 27 anos Burnley - ING
Meia Arnór Ingvi Traustason 25 anos Mälmo - SUE
Meia Aron Einar Gunnarsson 29 anos Cardiff City - P.GAL
Meia Ólafur Ingi Skúlason 31 anos Karabukspor - TUR
Meia Gylfi Sigurdsson 28 anos Everton - ING
Meia Emil Hallfredsson 33 anos Udinese - ITA
Meia Birkir Bjarnason 30 anos Aston Villa - ING
Atacante Rúrik Gíslason 30 anos Sandhausen - ALE
Atacante Björn B. Sigurdarson 27 anos Rostov - RUS
Atacante Albert Gudmundsson 20 anos PSV - HOL
Atacante Alfred Finnbogason 29 anos Augsburg - ALE
Atacante Jón Dadi Bödvarsson 26 anos Reading - ING

 Heimir Hallgrímsson não convocou o Siggthorsson, muito importante na campanha da Eurocopa, foi deixado de fora. 

Destaque: Gilfy Sigurdsson

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Meia que tem a confiança do técnico Heimir Hallgrímsson por ser um jogador de referência e técnica, Gilfy Sigurdsson atua no Everton da Inglaterra onde fez uma boa temporada defendendo o clube de Liverpool, mas durante a temporada sofreu uma leão do joelho e chegou a preocupar sobre sua presença no Mundial. Agora totalmente recuperado, está apto para fazer sua estreia contra a Argentina no próximo sábado (16)

Fique de olho: Aron Gunnarsson

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Capitão da seleção, Aron Gunnarson lidera a equipe e leva o espírito viking para uma campanha atrás de um título histórico para a Islândia. Gunnarsson não é considerado o maior dos craques, mais é aquele líder que nos momentos difíceis de uma partida, sabe que ele vai estar lá para te acalmar e orientar para que a equipe alcance seus objetivos. Podemos considerar uma de suas maiores virtudes a sede de ganhar e a competitividade conquistada ao longos dos seus anos com a seleção, e ele já mostrou que não se intimida facilmente. 

Técnico: Heimir Hallgrímsson

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Com 51 anos, o ex-dentista Heimir Hallgrímsson tem a intenção de fazer história na Rússia levando a Islândia para campanha inédita. Com os ótimos resultados nas eliminatórias, saindo em primeiro lugar em seu grupo, e na última Eurocopa quando eliminou a Inglaterra, ele provou que ser dentista não significava nada quando se tem o talento de comandar uma seleção tão determinada em busca de títulos. Ele chega para seu primeiro Mundial no comando de uma seleção e promete nos surpreender ainda mais quando for entrar em campo.

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