Super League: Ed Woodward renuncia cargo no Manchester United; pressão aumenta sob Agnelli

O dia seguinte ao anúncio oficial da criação da Super League tem sido polêmico no futebol europeu. Após reunião dos times participantes, Manchester City, Chelsea e Atletico Madrid recuaram e não devem integrar o novo torneio. Após não ser consultado pelo presidente do Joel Glazer, o diretor executivo do Manchester United, Ed Woodward, já renunciou ao cargo, onde ficará até o final do ano apenas.

Segundo afirma o Talksport, Woodward ficou infeliz por não ter sido procurado pelo administrador do clube inglês, que encabeçou a criação da Super League. Apesar de não se posicionar publicamente, a imprensa inglesa estima que o dirigente era contrário a desfiliação da UEFA e FIFA, e por isso não fez parte do processo do novo projeto.

Apesar disso, Ed deverá ficar até o fim de 2021, conforme ressalta o jornal. Desde 2005 no Manchester United, o dirigente tornou-se o grande homem responsável pela gestão de futebol do clube.

Agnelli e pressão

Diante da partida do Chelsea e Brighton, em Stamford Bridge, torcedores dos Blues foram ao redor do estádio protestar contra a diretoria do clube, que também integra a criação da Super League. Ainda que não tenha saído o anúncio de forma oficial, portais como The Athletic, The Sun e BBC Sports já afirmam que o Chelsea voltou atrás e seguirá na Premier League.

Na Itália, o já pressionado presidente da Juventus, Andreas Agnelli, sofre forte movimento para concluir sua renúncia ao cargo. O anúncio deve ser finalizado nas próximas horas se o dirigente ceder aos desejos da torcida. Sob graves limitações financeiras, a Juventus está longe do título nacional e deve esvaziar seu elenco para a próxima temporada, incluindo Cristiano Ronaldo em sua lista.

Portanto, outros diversos rumores assombram os times que integram a elite da Super League. O jornalista Simon Brundish revela que a Fenway Sports Group (FSG) já tem a intenção de vender o Liverpool, clube estimado em 4,2 bilhões de libras.

Tal decisão vem de uma soma de tentativas frustradas de aliviar contas financeiras do Liverpool nesta pandemia. Em menos de um ano o clube falhou em projetos como Big Picture

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