Amistoso na Arena marca reencontro dos bicampeões da Libertadores de 95 pelo Grêmio
(Foto: Divulgação / Grêmio)

Eles já não demonstram a mesma forma física dos anos 90, mas voltaram a encantar o torcedor gremista em amistoso realizado na manhã deste sábado (19). O Grêmio de 1995 enfrentou um combinado de jogadores em homenagem ao Banguzinho, time misto campeão gaúcho do mesmo ano.

Com arbitragem de Mácio Chagas da Silva, e debaixo de muita chuva, a partida terminou com placar de 5 a 2 em favor dos bicampeões da América. Com gols de Jardel, Paulo Nunes e Dinho, o público de mais de 14 mil pessoas matou a saudade de muitos dos principais atletas da história gremista. Outra presença ilustre, o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati apareceu como atacante do Banguzinho.

O primeiro gol foi contra. Ailton cruzou e o zagueiro Luciano, do Banguzinho, marcou contra. Na sequência, Jacques fez grande jogada e venceu o goleiro Danrlei para empatar a partida em 1 a 1.

Jardel, o artilheiro da Libertadores de 1995 e aniversariante do dia anterior, tinha que deixar o dele e foi o que aconteceu, botando o 2 a 1 no score. Goiano, contando com o desvio na marcação, fez o terceiro ainda no primeiro tempo.

Antes da etapa final, direito a minuto de silêncio dedicado ao torcedor gremista e fanático pela seleção brasileira, o Gaúcho da Copa, que faleceu nesta última semana. Após o respeitoso ato, mais gols. O meia Carlos Miguel cobrou escanteio da direita e Paulo Nunes mergulhou de cabeça para endiabrar as redes em 4 a 1. Na comemoração, imitou o goleiro do Mazembe, Kidiaba, em provocação ao rival Inter.

Em nova reação, Mazaropi, substituindo Danrlei no segundo tempo, espalmou o primeiro chute, mas Tarciso Flecha Negra, reforço do Banguzinho, completou para as redes no rebote. Tarciso foi peça importante do time campeão mundial de 1983 e jogador que mais vestiu a camisa do Grêmio na história.

Em um déjà vu completo, Alexandre Xoxó sofreu pênalti, assim como ocorreu no segundo jogo da final da Libertadores de 1995. E se Xoxó sofreu a penalidade, Dinho cobrou, colocando no barbante da mesma forma que em Medellín. No placar, 5 a 2 para os bicampeões. Após sete gols, muita festa em campo e substituições aplaudidas das tribunas, a partida foi encerrada.

"Coisa linda isso, né? Não tem preço. A gente fica até emocionado", disse o meia Carlos Miguel. "Emoção é muito grande, não esperava essa torcida", comentou o zagueiro paraguaio Rivarola. Após cumprimentarem e tirarem fotos com alguns torcedores, houve o simbolismo das medalhas entregues aos campeões da época, encerrando a cerimônia.

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