Centralizado ou pela direita: como Zé Ricardo pode escalar Éverton Ribeiro no Flamengo
Éverton Ribeiro volta ao Brasil depois de 2 anos jogando nos Emirados Árabes (Foto: Divulgação/Al Ahli)

Após longo período de negociação e especulação sobre em qual clube Éverton Ribeiro iria jogar em 2017, finalmente o meia-atacante foi confirmado nesta segunda-feira (5) como o mais novo jogador do Flamengo. Com 28 anos, o atleta que estava no Al Ahli, dos Emirados Árabes, retorna ao futebol brasileiro e assinou contrato de 4 anos com o clube carioca.

No Brasil, Éverton jogou com as camisas de Corinthians, São Caetano, Coritiba e Cruzeiro. Sendo bi-campeão brasileiro pela Raposa, suas grandes atuações individuais chamaram atenção dos árabes e também do então técnico da Seleção Brasileira, Dunga, que convocou o jogador para a Copa América de 2015. O meia canhoto já tinha passagem pela seleção de base, na categoria sub-20.

Como o Flamengo poderia jogar com Éverton Ribeiro?

Com a chegada do meia, o Flamengo ganha mais uma opção para o meio de campo, que já possuía Diego e Conca. E com essas peças disponíveis, como Zé Ricardo poderia montar esse time?

Nos melhores momentos de sua carreira, em 2013 e 2014, Éverton jogava centralizado no 4-2-3-1 do Cruzeiro, mas não era difícil de vê-lo invertendo posição com Ricardo Goulart, na direita do ataque do time treinado por Marcelo Oliveira.

Por isso não é difícil de imaginar uma dupla com Éverton e Diego: os dois poderiam revezar nas faixas entre o meio e a ponta direita, e assim podendo aumentar o poder de armação e finalização do Fla. Pensando dessa forma, Zé Ricardo não teria muitos problemas para distribuir a equipe num 4-2-3-1, com Vinícius Jr ou o Everton Cardoso preenchendo o lado esquerdo do ataque e os meias servindo à Paolo Guerrero.

A dúvida fica por conta do Flamengo ainda ter Darío Conca como opção, que poderia elevar mais ainda grau de criação de jogadas. Ter três jogadores do nível de Diego, Ribeiro e Conca no elenco é ótimo, mas o futebol atualmente pede muito esforço físico de seus pontas, principalmente para conter avanços dos laterais adversário e atacar na mesma intensidade. 

 

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