Mano defende sua zaga e promete: "No próximo jogo o Cruzeiro não vai tomar três gols"
Mano promete trabalho para a defesa não tomar três gols novamente (Foto: Rudy Trindade/Light Press/Themapress/Cruzeiro)

O campeonato era outro, e o adversário também era diferente. Mas o panorama defensivo do Cruzeiro seguiu o mesmo roteiro: não conseguiu segurar a vantagem. Diante do maior rival, o Atlético-MG, no clássico deste domingo (2), pelo Campeonato Brasileiro, o time abriu o marcador, mas a defesa voltou a tomar três gols, sendo dois deles em um curto espaço de tempo. E as justificativas vieram do comandante da equipe, Mano Menezes.

Cobrado, Mano se disse responsável por todos os momentos da equipe. E ratificou que para voltar a ter tranquilidade e manter um resultado positivo é preciso trabalhar muito.

 “Meu trabalho é em relação à equipe toda. Não é só da parte ruim. Quando faz gol, é meu também. Começou a fazer gol, é trabalho do treinador. A parte ruim, que é a parte defensiva, que caiu, também é parte do treinador. Vamos resolver. Só tem um jeito de resolver: é trabalhando. Penso que temos essa possibilidade novamente”, disse.

O treinador lembrou uma de suas principais características e disse que a próxima semana, sem jogos o ajudará a colocar essa filosofia de volta no time, e que sua defesa não tomará mais três gols no próximo jogo.

“As características das minhas equipes é que sofrem poucos gols. Então, agora temos um fato diferente do que é, que está fugindo da lógica. Teremos uma semana cheia para recuperar. Certamente isso não vai acontecer mais, eu prometo ao torcedor do Cruzeiro que, no próximo jogo, o Cruzeiro não vai tomar três gols”, afirmou.

A zaga celeste tomou 6 gols nos últimos dois jogos. (Foto: Washington Alves/Light Press/Cruzeiro)
A zaga celeste tomou seis gols nos últimos dois jogos (Foto: Washington Alves/Light Press/Cruzeiro)

O treinador defendeu sua dupla de zaga, e atribuiu o baixo rendimento apresentado nos últimos jogos a perda de um padrão de se defender.

“Apagão é simplificar as coisas. É deixar para o imponderável coisas acontecem e que não pertencem a isso. Temos que achar o porquê. Não se deve só aos dois. Seria uma injustiça colocar a culpa neles. Sei que o gol passa ali no último momento. Mas perdemos o padrão de se defender. Uma equipe tem que ter padrão. Como ela quer fazer quando o adversário põe uma situação diferente. Começamos a fazer hora de um jeito e hora de outro jeito", ponderou.

E Mano terá que mostrar serviço logo contra o time que começou esse roteiro ruim da defesa celeste: o Palmeiras. As equipes se encontram no próximo fim de semana, domingo, pela 12ª rodada do Brasileirão, no Mineirão.

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