Vasco propõe plano para clubes do Rio se apresentarem como representantes do Maracanã
(Foto: Reprodução / Vasco)

Vasco propõe plano para clubes do Rio se apresentarem como representantes do Maracanã

Se o projeto der certo, os grandes clubes do Rio deverão dividir o consórcio do estádio Maracanã

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Agnes Rigas

Após o Governador do Estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel anunciar o fim do consórcio com a empresa Odebecht que administrava o Maracanã, Flamengo e Fluminense mostraram interesse em gerir o estádio. Porém, o Vasco agora quer entrar ao grupo de times que gestores mas com uma proposta.

O Gigante da Colina propõe que os clubes se unem e façam um consórcio. E junto com o Estado, os mesmos poderão arcam com as despesas do Maraca. A ideia traz a questão de elegerem um Conselho Administrativo com 11 representantes um pelo estado e o resto, os quatro times grandes do Rio terão direito a dois representantes cada. A proposta ainda aborda a questão da presidência, que nos planos, querem seguir uma presidência rotativa de um ano.

Os jogos seriam administrados pelos clubes e os lucros seria de acordo com a participação dos times nos eventos, mas tendo como principal objetivo diminuir os custos impostos pela Odebrecht. E a outra parte dos lucros iria para alguns investimentos retratados no contrato.

Com a ideia sendo entregue para análise, o presidente do Vasco, Alexandre Campelo falou um pouco sobre a atual situação do consórcio do Maracanã. O mesmo destacou a competência dos clubes na questão de administrar partidas e como essa ideia pode dar certo e resultar melhora para todos os lados envolvidos.

"Nós entendemos que os clubes não precisam de intermediários. Os clubes sabem operar os jogos, conhecem a operação de jogo, e eu não vejo a necessidade d éter um intermediário. Alguém está ali simplesmente tirando uma fatia do bolo, bolo esse que deveria ser repartido somente entre os clubes e pela federação", afirmou.

O presidente falou não estar de todas as despesas do estádio. Mas disse como o papel do estado será importante na questão de divisão de custos, pois declarou que os clubes não poderão embarcar nesse projeto arcando com todas as despesas.

"Acho que o Governo deve, sim, de alguma forma participar dessa gestão, não arcando com todo o ônus, mas de alguma maneira contribuindo para que o Maracanã, que é um bem do povo, sirva ao povo, sirva aos grandes espetáculos e ao futebol", declarou Campello.

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