#DicaVAVEL: sete livros que contam histórias sobre o Botafogo
Imagem: Domínio Público

Considerando o aumento significativo de casos confirmados de Coronavírus (COVID-19) em todos os estados brasileiros, dão conta que até o momento são mais de 3.000 infectados e 77 mortes.

Diante desse cenário amedrontador, a necessidade em reforçar o isolamento social torna-se inevitável e como consequência dessa 'quarentena' o tédio acaba tomando conta de todos nós.

Pensando nisso, nós da Vavel Brasil aproveitamos esse período sem jogos do Fogão e resolvemos selecionar alguns livros que falam sobre o seu time do coração ou de algum atleta que marcou época 
na história do clube, assim o torcedor botafoguense une o útil ao 
agradável, consequentemente  passará o tempo com a leitura.

Descrição dos livros sobre o Botafogo:
(descrição realizada pela própria editora)

  • O Botafogo de Cada Um: Crônicas Sobre Como Nós Entendemos o Botafogo - Thiago Pinheiro 

Nos mais de três anos escrevendo para o Blog do Botafogo no GloboEsporte, Thiago Pinheiro fez crônicas sobre a relação do botafoguense com o clube, retratando a inacreditável trajetória do time no período passando por:

- A queda para a 2ª divisão em 2014;
- O vice estadual e a volta à 1ª divisão em 2015;
- O bi vice estadual e o segundo turno mágico no Campeonato Brasileiro em 2016;
- A maravilhosa campanha na Libertadores e a decepção ao fim do ano em 2017;
- O belo título do Carioca de 2018.

Nas 88 crônicas que compõe o livro, o jornalista Thiago Pinheiro não conta apenas o que acontecia em campo, mas, principalmente, retratava o que se passava fora dele, pois, segundo o próprio autor, escrever apenas "sobre os 90 minutos em campo é reduzir o futebol".

Como bônus, 8 textos falando sobre marketing e o Estádio Nilton Santos. Além de mais 4 textos que ajudam a entender melhor o Botafogo.

  • Somos todos Carlito - Rafael Casé (Editora Gryphus)

Dia de chuva forte. Gramado do pequeno estádio do Olaria, na Rua Bariri. Um homem de aproximadamente 1,90m está ajoelhado na lama de terno e chapéu. Os braços erguidos para o céu acompanham a súplica que todos ouvem:

"Minha Nossa Senhora, ajudai o meu Botafogo".

Esse era Carlos Martins da Rocha, Carlito Rocha para os íntimos e para todos aqueles que acompanharam o futebol em boa parte do século XX. Um homem singular. Um defensor ferrenho do esporte brasileiro e, é claro, do seu Botafogo.

Carlos Martins da Rocha fez de tudo um pouco no Botafogo. Foi presidente, diretor, supervisor, preparador físico e até "salvador da pátria".

Não foram poucas as vezes em que foi convocado para tentar erguer o moral do time, trazer ânimo, emprestar sua mística. Na Seleção era a mesma coisa. 

Quando passamos vergonha ao sermos duramente derrotados pela Argentina, na primeira partida da Copa Roca, em pelo estádio de São Januário, Carlito foi convocado às pressas para reorganizar tudo e conseguir a taça, mesmo sendo o gol decisivo marcado numa penalidade máxima com o gol vazio.

Essa mística do São Carlito surgiu no ano de 1948, quando como presidente, conseguiu levantar um campeonato que o clube não conquistava desde 1935. 

Agora em 2018, na comemoração dos 70 anos desta conquista, a Gryphus Editora lança a biografia de Carlito escrita por Rafael Casé onde mostra que as manias e superstições de Carlito Rocha rapidamente ganharam a simpatia dos torcedores. Usava o mesmo terno em todos os jogos, amarrava as cortinas da sede para "amarrar" as pernas dos adversários, rezava fervorosamente para todos os santos durante as partidas. Foi em 1948 que Carlito Rocha também adotou o cachorro Biriba como mascote. Até hoje os botafoguenses se identificam com ele, tanto que a torcida se autoproclama como a "cachorrada".

Carlito Rocha tem importância fundamental na história do Botafogo F.R. Sempre esteve à frente das grandes lutas como a da fusão dos dois Botafogos (o de regatas e o de futebol) e da oposição ferrenha à venda da sede e do estádio na década de 1970. Mesmo beirando os 80 anos de idade, Carlito foi uma pedra no sapato do presidente Charles Borer.

Era a voz que mais alto se ouvia, então. Graças à sua persistência, conseguiu o tombamento do casarão colonial da sede. Graças a ele, nos anos 1990 o clube pode voltara para casa, tendo como endereço, novamente, General Severiano.

Depois de mais de 5 anos de pesquisas, Rafael Casé lança agora no dia 21 de agosto, na General Severiano, a biografia do velho dirigente:

"Carlito Rocha é uma figura riquíssima e com uma trajetória espetacular. Não é possível que permitamos que seja apenas lembrado como um mero e caricato supersticioso. O livro é uma coletânea de crônicas que abordam cada aspecto dessa rica história, acompanhadas de mais de 150 fotos. Carlito vive no coração dos botafoguenses e merece ser homenageado, hoje e sempre".

  • O Botafogo De 95 - Thales Machado (Editora Clube de Autores)

O livro O Botafogo de 95 conta, em detalhes, toda a trajetória do Botafogo campeão brasileiro de 1995. Livro do projeto que surgiu com o mesmo nome no Twitter, de autoria do jornalista Thales Machado, a obra conta com extensa pesquisa histórica e entrevistas com os principais protagonistas daquele ano.

  • Como o Botafogo conquistou a China: 博卡佛哥的东旅记, Um épico revolucionário baseado em fatos verossímeis - Bruno Porto (Editora Ímã Editorial)

Banido na China por décadas, chega finalmente ao Brasil o inacreditável relato que abalará a história do futebol brasileiro e mundial.

Da Nanjing dos anos 1930 à cosmopolita Xangai do século 21, a dramática e verossímel epopeia que deu ao Botafogo de Futebol e Regatas 620 milhões de torcedores.

  • DataFogo: Números Gloriosos do Botafogo de Futebol, Regatas e outros Esportes - Cláudio Marinho Falcão e livrosdefutebol.com

Adulto, começou a escrever artigos sobre voleibol, esporte que acompanhou muito de perto na fase áurea da Estrela Solitária, para o informativo da Torcida Unifogo, que contava com alguns membros no quadro social botafoguense.


Entre 2008 e 2010, colaborou assiduamente com o blog “Mundo Botafogo” de Rui Moura, e, há aproximadamente sete anos, criou o blog “DataFogo”, no qual, com a participação de colegas pesquisadores, procurava colocar na grande rede diversos artigos, baseados nas pesquisas que desenvolvemos.

Como consequência, surgiu agora a oportunidade de editar esta obra, na qual o Autor incluiu artigos que foram redigidos com base em suas pesquisas, refletindo a atuação do Botafogo nos diversos esportes em que competiu, e que, em muitos deles, ainda compete.

Informações pesquisadas especialmente para os Botafoguenses que, como Claudio Falcão, trilham a estrada de louros iluminada pela Estrela Solitária.

  • O dia em que me tornei... Botafoguense - Maurício Stycer (Editora Panda Books)

Você consegue se lembrar do dia ou do jogo em que se tornou torcedor do seu time? Foi por causa de uma vitória, de um golaço ou de um ídolo?

Neste livro, Mauricio Stycer conta que costumava narrar partidas imaginárias com os jogadores do Botafogo quando era criança. Até que finalmente, aos dez anos, foi ao estádio pela primeira vez. Não deu outra: tornou-se botafoguense pelo resto da vida.

Além de contar a história de como o jornalista se encantou pelo time da estrela solitária, o livro também traz um resumo da história, números, curiosidades e muito mais sobre o Botafogo de Futebol e Regatas.

  • O Artilheiro Que Não Sorria. Quarentinha, O Maior Goleador Da História Do Botafogo - Rafael Casé (Editora Mauad)

Quarentinha era um craque. Um goleador. O maior da história do Botafogo. E como se não bastasse, possuía um canhão nas duas pernas, para desespero dos goleiros de sua época. Durante um ano e meio, Rafael Casé fez um intenso trabalho de reconstituição dos 62 anos de vida pessoal e profissional de Quarentinha.

Entrevistou parentes, amigos ex-companheiros, pesquisou documentação em Belém do Pará, Salvador, Rio de Janeiro, Santa Catarina e até na Colômbia, onde o craque jogou. Fez parte do melhor time alvinegro de todos os tempos. Atuava ao lado de Nilton Santos, Didi, Garrincha, Amarildo e Zagallo.

Nestas páginas você vai conhecer, através da trajetória deste 
paraense que brilhou mundo afora com a bola nos pés, a história de tantos outros jogadores que viveram um período romântico do futebol brasileiro.

De acordo com os registros, pela Seleção a média foi de quase um gol por partida e pelo Alvinegro, 313 gols em cerca de 450 partidas. Hoje, 
certamente seria chamado de fenômeno.

A história desse jogador, Waldir Cardoso Lebrego, que foi conhecido mundialmente por Quarentinha, apelido derivado de seu número na lista de chamada da escola em que estudava quando aprendeu o bê-a-bá. “Passa a bola para mim, Quarenta”. “Cruza, Quarenta”, era o que os colegas pediam nas peladas em Belém, no Pará.

OBSERVAÇÃO: Todos os livros estão disponíveis no site Amazon em formato impresso ou e-book, alguns são gratuitos e outros tem um valor acessível que cabem no bolso.

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