Bahia e Náutico falham na finalização e empatam sem gols

Equipes criam inúmeras oportunidades, porém não conseguem sair do 0 a 0

Bahia e Náutico falham na finalização e empatam sem gols
Foto: Felipe Oliveira/ Bahia
Bahia
0 0
Náutico
Bahia: Marcelo Lomba; Tinga, Éder, Jackson, João Paulo; Feijão (Danilo Pires, intervalo), Juninho, Renato Cajá (Zé Roberto, min. 59); Luisinho, Edigar Junio (Henrique, min. 70), Hernane. Técnico: Doriva
Náutico: Júlio César; Joazi, Rafael Pereira, Eduardo, Mateus Müller; Gastón Filgueira, Maylson (Hélder, min. 74), Bérgson (Renan Oliveira, min. 59), Jefferson Nem (Taiberson, intervalo), Roni; Rafael Coelho. Técnico: Alexandre Gallo
ÁRBITRO: João Batista de Arruda (RJ). Cartões Amarelos: Joazi (min. 23), João Paulo (min. 37), Bérgson (min. 47), Rafael Coelho (min. 81), Júlio César (min. 91)
INCIDENCIAS: Partida válida pela 5ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, na Arena Fonte Nova, em Salvador

Nesta terça-feira (31), Bahia e Náutico se enfrentaram na Arena Fonte Nova, em Salvador, pela quinta rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Mesmo com um jogo bastante ofensivo, com as duas equipes buscando o resultado desde o início, o 0 a 0 não saiu do placar.

O empate deixou o Tricolor Baiano em sexto lugar, com oito pontos, enquanto o Timbu ficou em oitavo, com sete pontos. Na próxima rodada, o Bahia recebe o Paysandu, às 19h15, na sexta-feira (03). O Náutico recebe o Joinville, às 21h30, na Arena Pernambuco, também no mesmo dia. 

Bahia pressiona, mas não aproveita oportunidades criadas na etapa inicial

O jogo começou equilibrado, mas com leve superioridade do Bahia. Logo no primeiro lance de perigo, Feijão tocou para Edigar Junio, que dominou sozinho dentro da área, mas Júlio César saiu bem e a zaga conseguiu afastar o perigo. No lance seguinte, a resposta do Timbu. Maylson lancçou Roni, que frente a frente com o goleiro Lomba, mandou para fora. O time da casa procurou sempre atacar, principalmente com seus pontas. Já o Náutico tinha o contra-ataque como estratégia desde o início, graças a velocidade de seu ataque.

Com o passar do tempo, o Bahia foi controlando as ações do jogo e chegando com perigo ao gol adversário. Após falta cobrada da esquerda por Juninho, Júlio César defendeu e depois afastou. Um minuto depois, Juninho, de novo, arriscou de fora da área, o goleiro espalmou, e Rafael Pereira deu um carrinho para tirar a bola.

O Tricolor Baiano quase abriu o placar com Renato Cajá. O meia recebeu de Brocador, driblou o goleiro, porém ficou sem ângulo e chutou na trave. Até o final da primeira etapa, a equipe pernambucana não conseguiu chegar com perigo ao ataque e teve dificuldades na saída de bola.

Apesar de muitas chances, times não conseguem a vitória

Na volta do intervalo, Doriva promoveu a entrada de Danilo Pires no lugar de Feijão, dando mais movimentação e qualidade na saída de bola do Tricolor. Na primeira chance do segundo tempo, Tinga cobrou lateral para Luisinho, que ajeitou e Brocador, sozinho dentro da área, chutou. A bola tirou tinta da trave.

O Náutico respondeu duas vezes seguidas com Bérgson. O atacante chutou as duas vezes de fora da área. Na primeira, a bola foi para fora. Já na segunda oportunidade, a bola bateu em Tinga e foi para escanteio.

Depois das duas chances, Bérgson deu lugar a Renan Oliveira. No primeiro lance do meio de campo, ele acertou um grande chute de fora da área, e obrigou Marcelo Lomba a fazer uma grande defesa. Os alvirrubros passaram a gostar mais do jogo e criaram uma das melhores oportunidades da partida. Roni tocou para Taiberson, que puxou o zagueiro e deixou Rafael Coelho livre de marcação. O atacante, livre de marcação, chutou para fora.

As mudanças no Bahia tornaram o time mais ofensivo, mas o time pecava no último passe. Após cruzamento de Zé Roberto, Luisinho cabeceou fraco e o goleiro defendeu. Logo depois, Juninho cobrou falta com perfeição, mas Júlio César fez um milagre, e Luisinho cabeceou para fora no rebote. No escrete pernambucano, as substituições surtiram efeito. Taiberson e Renan Oliveira chegaram bem ao ataque, mas na hora do passe decisivo, não acertara.

A partida ficou tensa no final, com os dois times abertos e vários contra-ataques. Mas ninguém conseguiu fazer o gol, apesar de muitas oportunidades criadas, e várias delas com o jogador livre de marcação. O time comandado por Doriva não colocou a bola nos fundos da rede de Júlio César, e o Náutico não concluiu com perfeição nenhuma jogada criada nos contra-ataques ou nas bolas enfiadas para os atacantes.