Notas: Pablo e Guilherme foram fatores primordiais para vitória do Atlético-PR na Copa do Brasil
Foto: Miguel Locatelli / Site Oficial CAP

Já era esperado, por ser considerado o adversário mais difícil do Atlético-PR até esse momento da temporada, que o jogo de ida da Copa do Brasil, contra o São Paulo, mostrasse alguns dos defeitos da equipe. Em compensação, com a vitória, qualidades também ficaram evidentes, como a de Pablo, que voltou depois de um tempo lesionado e foi o principal destaque do time. Confira as notas da VAVEL Brasil.

Santos: 7,0– Não teve culpa alguma no gol do São Paulo e fez bom papel nas poucas vezes em que foi exigido, passando segurança para o time.

Paulo André: 6,5 – Apesar de ter feito um dos gols da vitória, falhou no único gol que o Furacão levou na partida.

Pavez: 7,5 – Uma das surpresas na escalação de Diniz, mostrou bastante segurança e foi o melhor zagueiro do Furacão se tratando de saída de bola.

Thiago Heleno: 7,0 – Como de costume, foi soberano na bola aérea e também correspondeu quando foi exigido por baixo.

Jonathan: 6,5 – Longe de ser brilhante, levou perigo em algumas subidas e não comprometeu defensivamente.

Lucho: 7,0 – Conseguiu cumprir bem a função que Fernando Diniz queria ao escalá-lo. Deu consistência defensiva e ajudou no trabalho de transição entre os setores.

Raphael Veiga: 6 – Apesar da qualidade do passe, perdeu boas chances de deixar os companheiros na cara do gol, além de ter desperdiçado uma oportunidade clara de ampliar o placar, no fim do primeiro tempo.

Carleto: 7,5 – Se adaptou rapidamente ao Furacão e parece que já joga há muito tempo no time. Sempre perigoso nas bolas paradas, jogou de maneira bastante consciente quando precisou defender.

Nikão: 5,5 – Pode-se dizer que teve uma partida abaixo dos seus companheiros. Atrasou diversas jogadas de ataque e errou alguns passes importantes.

Guilherme: 7,5 – Depois de Pablo, melhor jogador da equipe. Criou oportunidades e por pouco não deixou o seu, ainda no início da segunda etapa.

Pablo: 8,0 - Melhor homem em campo. Não só fez o gol, como participou de diversas outras jogadas no campo de ataque. Mostrou que foi uma escolha certa de Diniz, que abdicou de atuar com um centroavante de ofício.

Camacho: 6,0 – Entrou no segundo tempo para dar maior poder de marcação no meio, e cumpriu com o que era esperado, apesar de ter sido pouco acionado na partida.

Zé Ivaldo e Wanderson: Entraram no final do jogo para segurar o resultado e não tem como ser avaliados, pois passaram pouco tempo em campo.

Fernando Diniz: 7,0 – A vitória veio e a evolução é nítida, mas falta tempo para impor o que é desejado. Após o 2 a 0, o Atlético-PR recuou e possibilitou poucas chances, mas perigosas, para o São Paulo.

 

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