Abel Ferreira analisa efeitos da eliminação no Palmeiras: "Vai custar a nossa força mental"
Foto: Cesar Greco/Palmeiras

Na noite da última terça-feira (6), no Allianz Parque, o Palmeiras foi eliminado pelo Athletico-PR na semifinal da Libertadores. O Furacão agora aguarda o vencedor de Flamengo e Vélez nesta quarta-feira (7), às 21h30, para saber quem enfrentará na finalíssima da Libertadores.

Após a partida Abel Ferreira,, técnico do Palmeiras, analisou a derrota e não poupou palavras para criticar a arbitragem da partida, que segundo ele teve ‘um mau dia’.

Em uma das falas Abel foi categórico com a arbitragem para pedir explicações em lances capitais que ele considera errados contra o alviverde: “Gostaria que o árbitro fosse ali no vestiário para falar com meus jogadores. É a primeira vez na história que vejo um cartão amarelo por uma agressão. Enfim, devo parabenizar o Athletico Paranaense, que deu o seu melhor. Fico triste pois meus jogadores não deveriam sair dessa maneira dessa competição. Merecíamos sair de outra forma, não por terceiros. Houveram fatores que condicionaram o resultado. Acho que todos viram o mesmo que eu. O lance da cotovelada no Rony deveria ter sido para expulsão”.

Segundo Abel o Palmeiras merecia mais, sendo eliminado ou não, e que a arbitragem quem eliminou o clube: “É difícil, merecíamos mais. Eu acredito que são erros, somos todos humanos, cometemos erros. Custam muito. Tem interferência direta nas organizações dos clubes. Da forma como foi, é duro. A última falta do Atuesta, que o assistente disse que estava fora de jogo. No último lance ele (árbitro) nem viu o escanteio. Há dias assim, e hoje o árbitro teve um dia mau. Não posso acreditar em mais nada”.

Por fim o técnico alviverde analisou o que a eliminação pode causar no elenco: “Vai custar a nossa força mental pela forma como foi, mas agora temos de continuar o nosso caminho. Não há outra forma. Dar parabéns ao adversário, que foi competente e feliz quando fez o segundo gol. A nossa equipe fez tudo, inclusive com dez jogadores. Nós não merecíamos ter saído da maneira como saímos”.

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