Sobrenome Schumacher pode retornar à Fórmula 1
Mick Schumacher pilotando a F2004, carro do hexa de seu pai (Foto: Reprodução/FIA)

A Fórmula 1 completa em 2020, 70 anos, e uma categoria como essa, possui bastante história e uma delas, são os casos de uma mesma família, vários pilotos, já terem disputado a competição. E em breve, poderemos ter a família Schumacher aumentando ainda mais essa lista. 

A família Schumacher é verdade, já se encontra nesta lista. Além de Michael, hepta campeão, o seu irmão, Ralf, também disputou corridas e até mesmo vitórias com a tradicional Williams. No entanto, o nome da família pode retornar em breve, com dois jovens pilotos disputando categorias júnior. 

O primeiro, e mais conhecido, é Mick. Filho do Michael, ele disputa a Fórmula 2 desde 2019 pela Prema, e faz parte da academia de jovens pilotos da Ferrari, equipe pelo qual o pai ganhou cinco títulos. O segundo é David, filho de Ralf, que disputa a Fórmula 3. Com 18 anos, três a menos que o primo, teve a oportunidade de estrear na competição, na oitava etapa de 2019. Em 2020 teria a chance de participar desde o inicio, mas assim como a F1, foi adiada devido à covid-19. 

Família na F1

Como dito acima, a F1 possui histórico de pilotos da mesma família disputando a categoria. Michael Schumacher correu de 1991 à 2006 e de 2010 à 2012, dentro desse período, disputou corridas contra o irmão, Ralf, que correu de 2007 à 2017, apesar disso, o sucesso foi todo do Michael, mas há casos que teve desfecho diferente. 

A família Hill e Rosberg conseguiram levar o título mundial, com dois pilotos diferente e com familiaridade semelhantes. Graham Hill foi campeão em 1962 e 1968, e 28 anos depois, seu filho, Damon Hill, conquistaria o título. Em 2016, Nico Rosberg superou Lewis Hamilton, para levar o troféu, feito que seu pai, Keke Rosberg, havia feito em 1982.

E o Brasil...

O país que possui três pilotos campeões mundial, não ficaria fora desta tradição. Emerson Fittipaldi campeão em 1972 e 1974, viu seu irmão, Wilsinho, disputar posições no mesmo período. Christian, sobrinho de Emerson, correu na década de 90, e agora, os netos do bicampeão, Pietro e Enzo, tentam entrar na categoria. 

A família Piquet não teve o mesmo número de pessoas, pilotando na Fórmula 1, mas nem por isso deixariam de fazer parte desta tradição. Nelson conquistou a F1, por três vezes, 1981, 1983 e 1987; e veria seu filho correr, em 2008. Entretanto, Nelsinho não duraria muito tempo, sendo despedido da Renault, no ano seguinte. 

A família Senna também teve seu nome carregado por mais de um piloto. Bruno Senna disputou corridas de 2010 à 2012, sem conseguir grandes marcas. Ele é sobrinho de Ayrton, ex piloto que falecera em 1994 no GP de San Marino, que ganhara três títulos com a McLaren, em 1988, 1990 e 1991.

Atualmente, a Fórmula 1 possui duas famílias honrando o histórico. O primeiro a ser citado é Max Verstappen, filho de Jos Verstappen, que correu nos anos 90, sem grandes feitos; e o segundo é Kevin Magnussen, filho de Jan Magnussen, outro que disputou corridas na década de 90. 

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