Em primeira partida pós-Copa, Brasil não encontra dificuldades e bate Estados Unidos
Foto: Pedro Martins / MoWA Press

Em primeira partida pós-Copa, Brasil não encontra dificuldades e bate Estados Unidos

Com gols de Firmino e Neymar, seleção de Tite passou pelos norte-americanos com autoridade; novatos ganham chances na segunda etapa, mas têm atuação tímida

mathenrique
Matheus Henrique
Estados UnidosSteffen; Yedlin, Miazga, Brooks, Robinson; Trapp (Roldán), Adams, McKennie (Delgado); Arriola (Acosta), Wood (Zardes), Green (Weah). Técnico: Dave Sarachan
BrasilAlisson; Fabinho, Marquinhos, Thiago Silva (Dedé), Filipe Luís; Casemiro, Fred (Arthur), Philippe Coutinho (Lucas Paquetá); Douglas Costa (Willian), Firmino (Richarlison), Neymar (Everton). Técnico: Tite
Placar(0x1 - Firmino - 10/1°T); (0x2 - Neymar - 41/1°T)
INCIDENCIASAmistoso realizado no MetLife Stadium, Nova Jersey (EUA)

No início do ciclo rumo à Copa do Mundo de 2022, o Brasil bateu com facilidade os Estados Unidos por 2 a 0, com gols de Firmino e do capitão Neymar. A partida foi disputada em solo norte-americano, no MetLife Stadium.

Tite decidiu manter a base de jogadores que disputaram a última Copa do Mundo, com apenas um novato entre os titulares: Fabinho, improvisado na lateral-direita, na vaga de Daniel Alves, que não foi convocado. Reservas no Mundial, Marquinhos, Filipe Luís e Fred receberam oportunidade de iniciar entre os 11.

Durante o Mundial, muitos pediram as entradas de Douglas Costa e Firmino no time titular, devido às más atuações de Willian e Gabriel Jesus. Desta vez, Tite acatou a decisão e o resultado veio com rapidez, em seu sentido literal. Logo aos 10 minutos de jogo, o meia-atacante da Juventus atingiu 34,8 km/h, desbancou o lateral-esquerdo norte-americano e cruzou para o artilheiro do Liverpool, que escorou para as redes num toque de classe, enquanto as equipes ainda se estudavam na partida. O gol foi o auge de um primeiro tempo sem muitos brilhos. 

Do outro lado, se encontrava um Estados Unidos em processo de renovação após a não classificação à Copa do Mundo. Com técnico interino e baixa média de idade dos jogadores (22,9 anos), a seleção norte-americana pouco produziu e levou perigo na etapa inicial. No Brasil, quem buscava se afirmar e conseguiu incomodar foi Fabinho, que após ter boa finalização defendida aos 38 minutos, teve atuação coroada aos 40, quando foi derrubado na área por Trapp e o árbitro assinalou pênalti. Com qualidade na cobrança, Neymar ampliou o marcador e deu fim às chances de perigo no primeiro tempo.

Na segunda etapa, Tite preferiu dar mais minutos aos titulares, retornando ao campo sem mudanças. Sumido até então, Fred apareceu logo aos 2 minutos, quando tentou encontrar Firmino na pequena área e o artilheiro chegou perto de marcar novamente. Aos cinco, nova chance, desta vez com mais perigo: Douglas Costa fez boa jogada e passou para Neymar, que finalizou e a bola parou em cima da linha, até ser afastada pelo zagueiro Miazga.

O Brasil seguiu pressão na segunda etapa, aproveitando ampla superioridade em relação à equipe adversária e levando perigo na maioria das chegadas ao ataque, enquanto se mantinha seguro na defesa. Então, iniciou-se a fase das trocas, reduzindo a intensidade da partida. De início, Arthur e Willian receberam chances, sendo seguidos por Paquetá, Richarlison, Dedé e Everton "Cebolinha". Enquanto isso, os Estados Unidos reduzir a vantagem do Brasil, e chegou perto com Trapp - autor da penalidade na primeira etapa -, que chutou forte e obrigou Alisson a fazer difícil defesa, aos 26.

Os "novatos" brasileiros tiveram atuação tímida na partida. Convocado após corte de Pedro, herdando a camisa 9, Richarlison chegou a aparecer livre na área norte-americana e finalizou, porém, o atacante estava em posição de impedimento. Everton Cebolinha também teve lampejos na partida, mas nada que mudasse o marcador do jogo, finalizado em 2 a 0 para o Brasil.

A Seleção Brasileira ainda tem novo compromisso. Na próxima terça-feira (11), Neymar e companhia enfrentam El Salvador, também em solo norte-americano, desta vez no FedEx Field, em Maryland.

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