Guia VAVEL do Brasileirão 2017: Coritiba
Arte: Editoria de Arte VAVEL/Brasil

Com o fim dos estaduais, dá-se início ao disputado Campeonato Brasileiro, e as espectativas dos times participantes aumentam a cada dia em que a data de início da competição se aproxima. E com o Coritiba não é diferente, apostando em jogadores "bons e baratos", como no ano passado, a equipe do técnico Pachequinho deseja fazer uma campanha oposta à edição passada, onde por pouco não foi rebaixada para a segunda divisão do Brasileirão. 

Escalação

 

Destaque 

Capitão, decisivo e goleador. Este parece ser mais um ano produtivo de Kléber no ataque do Coritiba. Artilheiro do Campeonato Paranaense, o atacante de 33 anos possui, em 11 jogos, 14 gols marcados (até o fechamento desta matéria). Kléber pode ser, mais uma vez, o nome do alviverde paranaense, e, é a esperança de gols da torcida coxa-branca. A expectativa no atacante fica evidente ao analisarmos os números de Kléber em 2016: Em 41 jogos, o capitão marcou 23 gols. Neste ano, Kléber já alcança quase a metade do número de bolas na rede com quatro vezes menos jogos disputados. 

Foto: Divulgação/Coritiba
Foto: Divulgação/Coritiba


Fique de olho

Durante o início da temporada de 2017, o meio campo do Coritiba chamou atenção por sua versatilidade e criação. Composto por Alan Santos, Anderson e Matheus Galdezani o meio campo alviverde traz consigo boa expectativa para este ano. No entanto, o meio campista Matheus Galdezani, de 25 anos, tem leve vantagem sobre os companheiros de meio campo. 

Com passagem pelo rival Atlético-PR, Matheus Galdezani retornou à Curitiba e assinou com o coxa-braca em janeiro deste ano. Vindo do CRB, o meio campo foi autor de sete gols em 54 jogos no antigo clube, e, se destacou com a camisa 20 do Coritiba no início desta temporada. 

Foto: Divulgação/Coritiba
Foto: Divulgação/Coritiba


Técnico

No Coritiba desde 2015, Pachequinho não é novidade no clube do Alto da Glória. Há dois anos, o comandante foi efeitivado para substituir o então treinador Ney Franco, e após trabalho mediano, deu lugar à Gilson Kleina no ano passado. Após demissão do então técnico Coxa, Pachequinho enfim ganhou mais uma oportunidade de estar à beira do campo do Couto Pereira. 

Autor de um bom trabalho e finalista do Campeonato Paranaense, o comandante tem a frente um grande desafio: a série A do Campeonato Brasileiro. Logo no início do torneio, a equipe comandada por Pachequinho enfrenta nas primeiras rodadas equipes de grande dificuldade, como o Santos (fora de casa, na 2ª rodada), que sagrou-se vice campeão no último Brasileirão e o atual campeão brasileiro Palmeiras (no Couto Pereira, na 5ª rodada). 

Além disso, o Coritiba tem logo na quarta rodada do Campeonato Brasileiro um clássico: o Atletiba, que mexe com o coração de milhares de paranaenses. Visto isso, Pachequinho tem em suas mãos, logo no início do Campeonato Brasileiro de 2017 a possibilidade de mostrar a que chegou.

Foto: Reprodução
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Estádio

O Estádio Major Antônio Couto Pereira, mais conhecido por Couto Pereira, é a casa do Coritiba. Localizado no Alto da Glória e fundado em 1932, atualmente o estádioc onta com capacidade para 40.310 pessoas, e é considerado por muitos um grande triunfo para o Coxa, que, junto à sua torcida pode surpreender. 

Foto: Divulgação/Coritiba
Foto: Divulgação/Coritiba

Posição em 2016

A temporada de 2016 não foi das melhores para o Coritiba. Após perder o Campeonato Paranaense, o alviverde amargou o 15º lugar no Campeonato Brasileiro, lutando contra o rebaixamento até as últimas rodadas e somando 46 pontos. 

Expectativa para 2017

No início deste ano, o Coritiba, agora comandado por Pachequinho já demontrou melhorias ao comparativo do ano passado. Com um meio campo criativo e Kléber em excelente fase, o Coritiba conquistou o Campeonato Paranaense diante de seu maior rival, e, agora buscará tem pela frente somente o Campeonato Brasileiro como disputa em 2017. Nele, a equipe de Pachequinho tende a almejar um ano estável e equilibrado, diferente de 2016 visando alcançar, possivelmente, a zona de classificação para a Copa Sulamericana, por exemplo. 

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