Guto Ferreira critica arbitragem na derrota contra Coritiba: "Dois pesos e duas medidas"
(Foto: Divulgação/Ponte Preta)

Nesta quinta-feira (28), a Ponte Preta retorna para Campinas para retomar os trabalhos, no período da tarde, no Centro de Treinamentos do Jardim Eulina. A derrota para o Coritiba na partida de ida, pela terceira rodada da Copa do Brasil, incomodou o treinador Guto Ferreira que analisou os critérios utilizado pelo árbitro Alinor Silva da Paixão, que validou um gol ilegal, segundo Ferreira, e não assinalou outro legal para Macaca.

“Foram dois pesos e duas medidas. O Wellington Paulista fez a carga no Gilson, que já estava em processo de subida. Já o Renato Chaves nem põe o braço. Então se ele apitou a carga de corpo do Renato no marcador, também deveria ter apitado a do Wellington. Foram dois pesos e duas medidas que acabaram decidindo o jogo para o Coritiba”, diz Guto Ferreira.

O cansaço do time que foi a campo também foi destacado pelo comandante. “Não considero que abdicamos de atacar. O que aconteceu foi o cansaço, ainda tentamos algumas trocas para corrigir no final, mas continuamos criando situações e atacando sim. O jogo vai se desgastando e o Coritiba também só teve o lance do gol no final. Os dois times terminaram os últimos dez minutos extenuados sem conseguir furar as linhas de defesa.”

Como de praxe, o pensamento dos jogadores e do técnico é a proxima partida pelo Campeonato Brasileiro frente a Chapecoense no Moisés Lucarelli. Nessa temporada, o rodizio tem sido frequente entre os atletas da Ponte. Durante o Campeonato Paulista, Copa do Brasil e Brasileirão, foram testados alguns atletas e os desempenhos tem sido satisfatórios de acordo com Guto Ferreira. "Em um campeonato como o Brasileiro nós precisamos de plantel e nós só vamos ter plantel com ritmo e confiança em medida que eles estejam dentro de campo conseguindo vitórias individuais e em grupo”, afirma Guto Ferreira

Na partida, Jeferson e Vitor Xavier tiveram a oportunidade de mostrar serviço: “O Jeferson é um menino bastante jovem com cinco ou seis convocações para as seleções de base e isso mostra a qualidade e a capacidade. Desde o ano passado, em que ele teve a primeira oportunidade, vem se mostrando muito maduro, com entrega e bom poder de marcação. O Vitor Xavier é um jogador que jogava mais a frente e a gente teve a felicidade de trabalhar ele, trazer para volante e ele vem em uma crescente, com boas atuações em todas as partidas em que esteve presente”, finaliza Guto.

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