Campanha Campeã: relembre a saga de Tite e companhia até o título da Copa América
Lucas Figueiredo/CBF

No último domingo (07), a Seleção Brasileira sagrou-se campeã de Copa América pela 9ª vez. O 3 a 1 diante do Peru, no Maracanã, teve algumas polêmicas de arbitragem, mas foi apenas o último capítulo da saga de Tite e companhia.

A competição sul-americana começou no dia 14 de junho, e a seleção teve como primeiro adversário a frágil Bolívia. Mesmo sem apresentar um grande futebol, o primeiro capítulo teve vitória canarinho, com dois gols de Philippe Coutinho e um de Everton, o placar foi de 3 a 0 no Morumbi.

Quatro dias depois a adversária era a Venezuela, e o torcedor baiano que esteve presente na Fonte Nova não viu o placar ser movimentado. Um ponto para cada lado e um frustrante 0 a 0. Fechando a primeira etapa o adversário coincidentemente foi o mesmo da final. Casemiro, Firmino, Everton, Daniel Alves e Willian foram os responsáveis por um sonoro 5 a 0 e pela classificação assegurada para as quartas.

Na fase eliminatória, mais um empate sem gols. Dessa vez a seleção brasileira martelou, mas esbarrou na retranca paraguaia, que mesmo com um jogador a menos se segurou e levou a partida para os pênaltis. Firmino até desperdiçou a sua cobrança, mas Gustavo Gómez e Derlis Gonzalez fizeram o mesmo pelo lado paraguaio, o que consolidou a classificação da seleção canarinho por 4 a 3 nas penalidades.

A fase semifinal trouxe um confronto diante do maior rival. A Argentina de Lionel Messi chegou cambaleando e foi despachada no Mineirão. Com muita polêmica de arbitragem, incluindo reclamação dos hermanos sobre o mal uso do VAR; Gabriel Jesus teve grande atuação, com um gol e uma assistência para Firmino, o camisa 9 foi ao lado de Daniel Alves o destaque da vitória brasileira por 2 a 0.

A finalíssima teve mais polêmica de arbitragem, um pênalti para cada lado, ambos muito discutíveis e uma expulsão totalmente equivocada de Gabriel Jesus, que antes disso já havia servido Everton na abertura do placar, e também deixado sua marca, logo após Guerrero, de pênalti, empatar para os peruanos. No "apagar das luzes" coube a Richarlison, também de pênalti, marcar o gol que garantiu o título. O primeiro da "Era Tite" e o 40º da carreira do capitão Daniel Alves.

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