Bruno Senna e Rebellion Racing voltam a competir na classe LMP1 do Mundial de Endurance

Equipe Suíça confirmou André Lotterer, Neel Jani entre os pilotos

Bruno Senna e Rebellion Racing voltam a competir na classe LMP1 do Mundial de Endurance
(Foto: Divulgação)

A Rebellion Racing confirmou nesta quarta-feira, 13, seu retorno a classe LMP1 do Mundial de Endurance. Também foram escalados Andre Lotterer, Neel Jani, Mathias Beche, Bruno Senna, Gustavo Menezes e Thomas Laurent.

Com a contratação de Lotterer, o alemão será o único piloto a ter competido as corrida do Mundial de Endurance na classe LMP1. “O projeto LMP1 é muito emocionante e poder continuar nas as 24 Horas de Le Mans e o desafio FIA WEC é algo que eu não queria perder“, disse Lotterer. “Estou motivado e ansioso por ter um ótimo momento”.

Neel Jani também volta de forma integral a classe principal. O campeão de 2016 participou de eventos aleatórios, passando pelas 24 horas de Daytona e 12 horas de Sebring. “Estou ansioso para voltar onde minha carreira de resistência começou nove anos atrás”, disse Jani. “A Rebellion Racing desempenhou um papel importante na minha carreira e também me ajudou a tornar-me um piloto de fábrica da Porsche. Quando a Porsche parou com seu projeto LMP1, ficou claro para mim que queria voltar a correr para a Rebellion”.

Tanto Laurent quanto Menezes estreiam na classe. “Correr na classe LMP1 é um sonho tornado realidade”, disse Laurent. “Eu acho que a equipe fará tudo o que pode para vencer, então precisamos responder às expectativas”. Menezes acrescentou: “É uma ótima oportunidade e vai ser incrível”.

A equipe não definiu qual será o equipamento que irá utilizar, além do motor. Tudo indica que o time suíço vai manter a parceria com a Oreca. Entre 2014 e 2016 o Rebellion R-One foi desenvolvido pelo construtor francês. O novo LMP será revelado durante o salão de Genebra em março.