Corinthians é massacrado na Vila e Fiel ameaça: ‘por amor ou por terror’
Com a segunda derrota consecutiva, Corinthians se complica com a torcida (Foto: Reprodução/ Marcos Ribolli/ Globo Esporte)

Desde 2005 o clássico alvinegro não tinha um placar tão elástico quanto o da última quarta-feira (29). A partida entre Corinthians e Santos foi o primeiro clássico do Campeonato Paulista deste ano e, até seu inicio, prometia ser um duelo de iguais. Com o fim do jogo e o surpreendente placar de 5 a 1, o alvinegro da capital saiu de campo sob vaias da torcida e ameaças:

“Ô, ô, ô... Ou joga por amor, ou joga por terror!”

“Não é mole não... Tem de ser homem pra jogar no Coringão!”

Já no vestiário, Mano Menezes teve a missão de fazer com que os atletas esquecessem a goleada e se concentrassem apenas na Ponte Preta, próxima adversária da equipe no Paulistão. O técnico afirmou que, antes de resolver problemas táticos e técnicos, é preciso que os jogadores mudem de atitude dentro de campo, e ainda deu uma dura em seus comandados durante entrevista.

"O resultado é inexplicável e inaceitável. Como atuação e resultado. Até quando não se joga bem tem de saber perder. Nisso a equipe não foi madura. Tem dias que as coisas não estão bem, e aí é para não deixar chegar no ponto onde nós deixamos chegar", disse o técnico.

O treinador também se mostrou ciente de que, se o time não esboçar reação na próxima partida, a pressão da torcida e dos dirigentes aumentará.

“O Corinthians não pode perder jogos consecutivos, pois sabemos da história do clube e do que pode atrapalhar”, concluiu Mano.

O Alvinegro paulista volta a campo no domingo (2), ás 17h, em Campinas, para enfrentar a Ponte, e precisa da vitória para que a ‘crise’ não se agrave. 

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