Análise: Atlético-PR usa força do elenco como trunfo para golear Chapecoense
Foto: Miguel Locatelli / Site Oficial CAP

Análise: Atlético-PR usa força do elenco como trunfo para golear Chapecoense

Fernando Diniz alterou jogadores, mas não a forma de jogar do time, que até teve dificuldades na primeira etapa, mas goleou no segundo tempo

elealeroberto
Eleale Roberto

Nesta noite de domingo (15), Atlético-PR e Chapecoense estrearam no Campeonato Brasileiro. Em virtude de Fernando Diniz ter decidido poupar alguns jogadores para a Copa do Brasil, se esperava um jogo mais equilibrado, coisa que não aconteceu. Ao final da partida, goleada por 5 a 1 do Furacão, com gols de Pablo, Nikão, Carleto, Rossetto e Ederson.

Como esperado, em virtude das várias mudanças, o Atlético-PR teve muitas dificuldades no primeiro tempo contra a Chapecoense. O que mais era cobrado por Fernando Diniz, com razão, era a aproximação de Camacho com os laterais, que não estava acontecendo. Apesar de tudo isso, o Furacão chegava, principalmente pelas laterais e teve assim, pelo menos duas chances de gol.

Foto: Miguel Locatelli / Site Oficial CAP

Apesar da falta de entrosamento da defesa, que contava com apenas um zagueiro de origem, Zé Ivaldo, o time rubro-negro ganhou em qualidade na saída de bola, já que Bruno Guimarães e Pavez têm essa característica de jogo, por jogarem como volantes de transição na maioria das partidas.

No segundo tempo, a configuração do jogo mudou com o gol de Wellington Paulista, logo no início. Este gol, inclusive, veio de uma das armas do time catarinense durante a temporada: as bolas paradas. Desta vez, Canteros deu uma 'paradinha' antes da cobrança e encontrou o centro-avante livre.

Daí em diante, com a responsabilidade de ir para cima, o Furacão deixou a defesa da equipe alviverde em apuros. Camacho, que não foi bem no primeiro tempo, cresceu de produção e, como foi pedido por Diniz, fez seus laterais jogarem. Destaque para Carleto, talvez o melhor homem em campo, que deu assistência para o gol de empate, marcado por Pablo.

Foto: Miguel Locatelli / Site Oficial CAP

Com a entrada de Ederson no segundo tempo, o Atlético perdeu em movimentação, mas ganhou em presença de área. A intenção de Diniz era fazer com que o time tivesse mais poderio ofensivo, objetivo que foi alcançado. A presença de um centro-avante de área, deu liberdade para os meias chegarem com maior liberdade, como nos casos dos gols de Nikão e Matheus Rossetto.

Gilson Kleina ainda tentou fazer mudanças para mudar o panorama da partida, mas esbarrava na grande segunda etapa que os mandantes fizeram. As entradas de Nadson, Guilherme e Eduardo não surtiram efeito algum em termos ofensivos para o Verdão; pelo contrário, só deu mais espaço para o adversário nos contra-ataques.

 

 

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