Seleção feminina volta a campo após oito meses e recebe Equador 
Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Aa ausência de Marta, que recupera-se da Covid-19, é a principal novidade na seleção brasileira que disputa amistoso diante do Equador nesta sexta-feira (27), na Neo Química Arena, em São Paulo.

No total a técnica Pia Sundhage chamou 25 atletas. Das 12 que atuam no Brasil, seis vieram dos finalistas do Brasileirão Feminino (Bárbara, Duda e Julia Bianchi, do Avaí/Kindermann, Letícia, Tamires e Erika, do Corinthians).

Este será o primeiro jogo desde março, quando as meninas empataram em 2 a 2 com o Canadá. Nesse período a sueca reuniu a seleção em dois momentos para sessões de treinos na Granja Comary, em Teresópolis, e em Portugal. 

“Nós tivemos tempo suficiente para pensar na forma de jogar e criar estratégias a partir das jogadoras. Neste caso, estamos dando continuidade no bom trabalho da defesa e do ataque. O mais importante é ser tático. Nosso objetivo é avaliar se esses elementos irão funcionar. Isso é o principal para podermos nos ajustar para as Olimpíadas".

Inicialmente as brasileiras tinha programado amistosos contra a Argentina, que desistiu de viajar em virtude da Covid-19. 

O adversário da seleção brasileira tem uma cara conhecida no banco de reservas: Emily Lima, ex-técnica do Santos e que também comandou o Brasil em 2017. A trajetória dela em "La Tri" começou em dezembro e esta será a primeira vez que enfrenta o Brasil.

A brasileira convocou 24 atletas e a base da seleção atua no Equador. Além delas, há Manoly Baquerizo (Femenino Cáceres/Espanha), Kerlly Real (Valencia) e Justine Cuadra (Colo-Colo), todas meio-campistas.

Há outro amistoso entre Brasil e Equador previsto para terça-feira (1º) no Estádio do Morumbi, em São Paulo.

  

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