Giorgi bate Pliskova pela terceira vez no ano e conquista maior título da carreira em Montreal
Foto: Divulgção/Omnium Banque Nationale

A #71 Camila Giorgi coroou sua grande semana com o título do WTA 1000 de Montreal, no Canadá. A italiana venceu por 2 sets a 0 a #6 Karolina Pliskova na decisão deste domingo (15), parciais de 6/3 e 7/5. Este foi o terceiro confronto entre as duas em 2021, e a terceira vitória da italiana.

Giorgi só cedeu um break point na primeira parcial, vencendo 71% dos pontos com o primeiro saque e 64% com o segundo. O mais importante, porém, foi sua agressividade na devolução. A ex-top 30 triunfou em 68% dos pontos no segundo serviço de Pliskova, o que complicou muito para a tcheca. A ex-número 1 do mundo conseguiu salvar os três primeiro bps que enfrentou, mas perdeu os últimos quatro games da parcial, cedendo duas quebras: 6/3, em 45 minutos.

A única quebra no saque de Giorgi na partida foi no quinto game, quando ela sacava em 3/1. Pliskova conseguiu melhorar muito seu aproveitamento de pontos com o segundo saque, apesar de ter diminuído no primeiro. A tcheca terminou a partida com quatro aces e seis duplas faltas, números que demonstram sua inconsistência neste quesito.

Sem ameaçar o serviço da Giorgi, Pliskova trocou confirmações de saque até o 12º game, quando teve que servir para continuar na partida. A tcheca chegou a salvar um match point, mas, no segundo, a italiana garantiu a vitória e o emocionante título do Omnium Banque Nationale: 7/5, em 57 minutos.

Primeiro título em três anos

O título em Montreal é o terceiro na carreira de Giorgi, 29 anos, em nove finais disputadas. Ela não vencia um torneio desde Linz 2018. Esta foi a primeira final disputada pela italiana acima do nível WTA 250. Com a campanha no Canadá, onde ela bateu quatro cabeças de chave (Mertens, Kvitova, Gauff e Pliskova) ela vai subir 37 posições no ranking e assumir o 34º posto - sua melhor marca até hoje é o 26º lugar.

Por outro lado, Pliskova perde a terceira final em 2021 - ela foi vice em Roma, Wimbledon e agora em Montreal. O lado positivo é que ela ultrapassa Kenin e Svitolina e assume o quarto lugar no ranking mundial, atrás apenas de Barty, Osaka e Sabalenka.

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