Apesar da classificação, zagueiro Djourou e goleiro Benaglio falam das dificuldades de Manaus

Podendo jogar até por um empate diante de Honduras, na última quarta-feira (25), a Suíça garantiu a vaga nas oitavas-de-final da Copa do Mundo ainda na primeira etapa do confronto, ao abrir a vantagem de dois gols de diferença no placar, em partida realizada em Manaus, no Amazonas.

Apesar disso, no segundo tempo, o ritmo da seleção helvética foi inferior, mesmo ampliando o placar em um contra-ataque veloz. Para o zagueiro Johann Djourou, titular nos três jogos da fase de grupos, o calor foi utilizado como fator para a queda de rendimento nos últimos 45 minutos.

"Acho que fomos fortes e sólidos no primeiro tempo. No segundo fomos menos agressivos, e isso nos dificultou, porque ficamos sem pressionar a saída de bola deles. Esse tipo de jogo acontece", afirmou o defensor.

"Você começa muito bem, muito forte, aí você diminui o ritmo. Estava muito quente. As pernas pesam. No fim das contas é o time todo. Quando você defende, são os 11 jogadores que estão defendendo", completou.

Por ter trabalhado efetivamente somente na reta final do confronto contra os hondurenhos, o goleiro suíço Diego Benaglio também justificou o clima de Manaus, capital amazonense, pela baixa produtividade, mas comemora a classificação à etapa seguinte no Mundial.

"No fim da partida, a bateria dos dois times estava baixa. Acho que foi por conta das condições climáticas aqui de Manaus. Não foi fácil jogar aqui. Fizemos o nosso melhor. Acho que jogamos bem e no fim fomos recompensados. Estamos muito felizes em ter passado de fase", assegura o arqueiro.

A Suíça volta a jogar na próxima terça-feira (1), às 13h, em São Paulo. O duelo será com a Argentina, válido pelas oitavas-de-final. O classificado irá enfrentar o vencedor de Bélgica Estados Unidos, que se enfrentam no mesmo dia, só que às 17h, em Salvador.

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