Defesa que ninguém passa: de faixa, Agustina levanta a taça da Copa Paulista pelo
Palmeiras
Foto: Fabio Menotti/Palmeiras

O Palmeiras foi bicampeão da Copa Paulista. Após fazer 3 a 0 no primeiro jogo, o time conquistou, com o agregado de 4 a 2, um título para coroar a campanha mais gloriosa desde que chegou à elite do futebol feminino nacional. Constante na titularidade da equipe e em uma crescente em qualidade e técnica, Agustina foi a escolhida para carregar a faixa de capitã e levantar a taça que afirma: “de fato, é campeão!”

Após a conquista da equipe, a jogadora comenta sobre o primeiro título e todo o apoio que recebeu da torcida ao longo da temporada.

“Estou muito feliz! Independente do nome do campeonato, a gente tem que desejar ganhar e conquistar o máximo com essa camisa. Também desejamos muito poder conquistar o título Brasileiro e o Paulista. O carinho da torcida foi fundamental em todos os momentos, eles fazem com que eu queira continuar lutando. Claro que a exigência sempre está presente, mas podem ter certeza que sempre dei e sempre darei meu melhor pelo Palmeiras.”

Agustina demonstra suas habilidades de comando mesmo quando não leva a faixa. Líder nata, foi escolhida para erguer a taça por representar a força e garra da equipe.

“Nesse momento de levantar a taça, a gente levanta junto o esforço, trabalho, dedicação e a vontade de vencer, que cada um que é parte do elenco tem e teve ao longo da temporada. As vezes que eu tiver que levar a faixa no braço, será com muito orgulho e respeito”.

No Palmeiras desde 2020, a zagueira sempre demonstrou muito domínio no setor de campo e, jogo a jogo, foi conquistando a confiança que a tornou referência na titularidade do Verdão. Além de exercer com alto nível de qualidade os fundamentos de sua função na defesa, a jogadora ainda se tornou a zagueira artilheira do Verdão, com cinco gols na temporada. Ela avalia sua evolução no time.

“Considero que esse ano consegui ser mais regular que o ano anterior: ano de adaptação, onde tive que entender a nova ideia de jogo. Consegui me soltar mais na hora de jogar e ter confiança na hora de tomar decisões, mas sem a qualidade das minhas companheiras eu não teria conseguido. Acho, também, que consegui ajudar as meninas que chegaram esse ano no Palmeiras e passaram por essa adaptação que eu já passei”.

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