Victor aponta fatores que contribuíram para revés diante do Jorge Wilstermann
Clube da Bolívia, nesta Libertadores, tem 100% de aproveitamento jogando em casa (Foto:Bruno Cantini/Atlético-MG)

Em noite pouco inspirada, o Atlético-MG foi derrotado pelo Jorge Wilstermann, da Bolívia, por 1 a 0, em Cochabamba, pela primeira partida das oitavas de final da Copa Libertadores. Com esse resultado, o Galo precisa vencer por dois gols de diferença no Independência no dia 9 de agosto, pela segunda partida da fase mata-mata. Na saída de campo, o goleiro Victor avaliou a derrota.

"O gramado não facilitava pra gente jogar com a bola no chão. Ela fica muito viva. Fisicamente, o adversário está acostumado a jogar, por mais que a altitude não seja grande, mas eles sabem usar. Não estivemos em um bom dia, mas não podemos achar que foi uma catástrofe, porque é perfeitamente reversível no jogo da volta. A gente não conseguiu entender muito bem a questão do campo. O campo aparentemente tem um bom gramado, mas a bola quica bastante. Sabendo disso, o adversário pressionou bastante a gente. Não foi um bom jogo. Temos a necessidade de evoluir pra buscar a classificação na volta. Diante das dificuldades, não podemos achar que foi um resultado catastrófico. Realmente é difícil jogar aqui", comentou.

O volante Elias também fez sua avaliação á respeito do comportamento da equipe alvinegra."Acho que é dificil avaliar. Foi um resultado justo. Só conseguimos criar no segundo tempo depois das trocas. É um resultado ruim, porque não fizemos gols, mas 1 a 0 aqui dá pra reverter lá. Temos que corrigir algumas coisas para conseguirmos a classificação no Independência", analisou.

Além do gramado, o jogador afirmou sentir incomodo com a altitude de 2.500 metros acima do nível do mar.

"A altitude não é desculpa, mas interfere. O que mais pegou foi o campo. Estado do campo não é bom. Isso que a gente encontra na Libertadores, tem que se adaptar. O Palmeiras reclamou, a gente também. Temos que corrigir, descansar bem, pra vencer o jogo da volta. Campo pesado, grama mais fofa. Dá (pra virar). Contamos com o apoio do torcedor. Vamos melhorar pra chegar nesse jogo decisivo e reverter o resultado", concluiu.

Agora, o Galo volta a atenção para o Campeonato Brasileiro e para a Copa do Brasil. Até a nova partida contra os bolivianos, o time mineiro fará nove jogos. 

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