Jogo histórico e título: Vasco tem ótimo retrospecto atuando em solo equatoriano
(Foto: Rafael Ribeiro/Vasco.com.br)

Vasco e LDU nunca se enfrentaram. Ocupando o décimo primeiro (11º) lugar no Campeonato Equatoriano de Futebol por conta da primeira derrota contra o Delfín. Mas na primeira fase, ficou em primeiro (1º) lugar com 46 pontos. E o Vasco em nono lugar (9º), com 19 pontos, após uma vitória dentro de casa contra o Grêmio, atual campeão da Libertadores. Os dois times disputam a segunda fase da Sul-Americana na primeira rodada.

Neste especial da VAVEL Brasil, nós vamos mostrar o histórico do Vasco em competição internacional. Vitórias, derrotas e dificuldades. Tudo para esquentar e aumentar a ansiedade desse jogo.

O Vasco volta à competição depois de sete anos de ausência. Seu histórico com times equatorianos são de: 2 jogos, 1 vitória, 0 empates e 1 derrota. Já a Liga de Quito, o seu histórico com os brasileiros é de: 14 jogos, 2 vitórias, 12 derrotas e 30 gols-contra. O time é muito forte dentro de casa, só foi derrotado por três brasileiros jogando a Libertadores: O Sport, o Corinthians e o Cruzeiro.

Em sua caminhada pela Libertadores, o Vasco da Gama, neste ano, teve duas péssimas derrotas e 2 gloriosas vitórias. O maior placar dentro de casa foi contra o Jorge Wilstermann, onde foi 4 a 0. E fora de casa contra a Univ. Concepción, também 4 a 0. Já as derrotas também foram dentro e fora de casa. Fora de casa contra o Racing Club e contra o Jorge Wilstermann, 4 a 0 os dois jogos. Em São Januário, contra o Cruzeiro, também por 4 a 0.

A sua trajetória com competições internacionais é bastante positiva, incluindo no Equador, onde foi Campeão Libertadores da América em 1998, contra o Barcelona ganhando os dois jogos, em casa e fora. Além desse título, foi Campeão Sul-Americano em 1948 e a Copa Mercosul em 2000. Com 30 vitórias em 74 jogos, o Vasco fez uma bela campanha até 2018.

Não podemos deixar de citar o maior inimigo do jogador: A altitude. Na cidade de Quito, a altitude é de 2.850 metros acima do nível do mar. Ou seja, a respiração fica mais fraca e o cansaço é maior. Cmpetir fora de casa e em um lugar onde a sua preocupação vai além do time adversário, é cada vez mais complicado para um atleta.  

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